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Abel Ferreira: “Alimentámos o sonho e fomos vítimas do nosso próprio sucesso”
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Abel Ferreira: “Alimentámos o sonho e fomos vítimas do nosso próprio sucesso”

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Desporto

2019-05-18 às 06h00

Carlos Costinha Sousa

Abel Ferreira mostrou-se satisfeito por terminar a época com um regresso aos triunfos, mas lamentou não ter chegado mais longe nos objectivos, que foram elevados pelo sucesso da equipa.

A última intervenção antes do final da temporada teve em Abel Ferreira um intérprete satisfeito com o que a sua equipa produziu nesta partida, numa exibição que permitiu terminar a temporada com um tão desejada triunfo.
Para o treinador, o SC Braga esteve bem na partida, como esteve quase sempre ao longo de todo o campeonato, pelo que o balanço da época é positivo, por tudo o que a equipa conseguiu fazer, apesar de assumir que todos alimentaram o sonho de ir mais longe, mas não aconteceu.

“No futebol, perder também faz parte e as pessoas esquecem--se disso. Queremos sempre fazer mais e melhor, mas por vezes não dá. O futebol é isto mesmo. Mais uma vez ficou aqui evidente a qualidade desta equipa. Tenho um carinho tremendo por estes jogadores, pela sua entrega e esforço”, começou por referir o técnico, acrescentando que a equipa mostrou, mais uma vez, que “pela ideia de jogo, qualidade e entrega somos uma equipa extremamente forte”.

Quanto à temporada, Abel Ferreira admitiu que em momentos sonhou que o SC Braga podia chegar mais longe, aliás, todos sonharam, mas infelizmente não foi possível. “Tivemos muitas vicissitudes, mas lutámos pelo primeiro, pelo segundo e pelo terceiro lugares... Quando foi necessário falar sobre as arbitragens, nesses três jogos em que fomos prejudicados, o clube actuou à altura. No campeonato, nos últimos jogos, estivemos longe do que é o normal. Baixámos um bocadinho a agressividade e concentração competitivas e sofremos. Tivemos algumas lesões em Março, sobretudo na defesa. Por muito que queiras isso tem influência”, considerou Abel para terminar afirmando-se orgulhoso: “tenho orgulho no que fizemos, queríamos todos mais, mas foi fruto do que fizemos ao longo da época. Alimentámos o sonho e fomos vítimas do nosso próprio sucesso”.

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