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Abstenção surpreendeu AG do SC braga
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Abstenção surpreendeu AG do SC braga

Desporto

2019-10-13 às 06h00

Carlos Costinha Sousa Carlos Costinha Sousa

Votação do relatório e contas teve mais sócios a absterem-se do que na aprovação, o que surpreendeu por ser um facto pouco vulgar nas assembleias gerais do clube bracarense. No entanto, todos os pontos em votação acabaram por ser aprovados.

Foi uma assembleia geral bastante participada e que contou com um acontecimento pouco comum. Na votação do Relatório e Contas do Sporting Clube de Braga relativo ao exercício de 2018/2019, o mesmo foi aprovado, mas o número de abstenções foi superior ao de votos favoráveis, não havendo ainda votos contra, o que motivou a suspensão da Assembleia Geral.
A reunião magna de sócios do clube decorreu à porta fechada no auditório do Estádio Municipal de Braga e tinha como objectivos a discussão e aprovação do resultado do exercício 2018/19 do clube, que foi positivo em 1,9 milhões de euros, e do orçamento para a presente época.
O Relatório e Contas foi aprovado, mas com uma nuance pouco habitual no clube bracarense: 84 sócios votam a favor e 85 foram abstenções, sem qualquer voto contra.
Em declarações à Agência Lusa, fonte do clube afirmou que “houve claramente um sentido de abstenção de um grupo muito bem delimitado e identificado que decidiu votar, não votando. Não houve nenhum pedido de esclarecimento, clarificação ou reserva em relação a nenhum dos itens apresentados, pelo que a direcção achou que esse anormal procedimento por parte desse grupo, onde também se incluía o anterior candidato à pre- sidência do clube António Pedro Peixoto, deveria ser melhor interpretado, pelo que solicitou a suspensão da Assembleia Geral por dez minutos”. O vice-presidente para a área financeira do clube, Hernâni Portovedo, explicou que face ao que “podia ser entendido como uma certa fragilidade da direcção”, António Salvador solicitou à presidência da Mesa da AG a possibilidade de convocação de uma AG extraordinária para dar um voto de confiança ao seu mandato.
Contudo, depois desta tomada de posição do líder arsenalista, vários sócios desse grupo que se absteve afirmaram que “tinha havido uma leitura errada por parte da direcção e do seu presidente da interpretação do seu voto de abstenção”, explicou Hernâni Portovedo, acrescentando: “disseram mesmo que a direcção devia levar o seu mandato até ao fim”. No entanto, até ao final da reunião não ficou claro, ou pelo menos nada foi referido de forma oficial, se a Assembleia Geral extraordinária vai ou não avançar, ficando no ar, para alguns dos sócios participantes na reunião essa dúvida.
Depois da interrupção da assembleia, foi votado o orçamento para 2019/20, validado agora por 98 associados, registando-se ainda 69 abstenções e voto contra de apenas dois sócios.

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