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Acessibilidade digital chega a 10 crianças do pré-escolar

Braga

2020-12-02 às 06h00

Patrícia Sousa Patrícia Sousa

Projecto ‘PC Online’ da Associação de Paralisia Cerebral de Braga vai avançar já no início do ano para apoiar 10 crianças. Objectivo é encontrar mais financiamento e alargar número de beneficiários.

A Associação de Paralisia Cerebral de Braga vai ajudar 10 crianças do pré-escolar na avaliação e treino da acessibilidade digital. “Já estamos à procura de outros financiamentos para chegarmos a mais crianças”, informou a terapeuta da fala da instituição, Marta Gomes, esperando que o projecto ‘PC Online’, um dos vencedores do Fórum Inovação Social de Braga 2019, esteja a funcionar já em Janeiro do próximo ano.
A associação começa a acompanhar as crianças a partir dos 6 anos e, “muitas vezes, essas crianças, pelas suas dificuldades motoras, não têm forma de escrever e acabam logo por ficar limitadas à aprendizagem por essa barreira”, constatou a terapeuta da fala.

Por isso, surgiu este projecto que consiste em fazer uma avaliação de alguns produtos de apoio. “Existe hardware que permite a leitura dos nossos olhos para aceder o que está escrito no computador, a possibilidade de um rato que colocamos na cabeça e com os movimentos conseguimos aceder ao computador ou ainda um manípulo em que se pode aceder ao computador com qualquer parte do corpo”, exemplificou Marta Gomes, referindo que se tratam de “produtos de apoio que facilitam a interacção da criança com o computador, dando-lhe a oportunidade de começar o 1.º ano com esta ferramenta”.

Neste momento, o projecto está em fase de pré-divulgação e articulação com os agrupamentos de escolas do distrito de Braga para depois se avançar o processo de inscrição das crianças.
A partir daí, as 10 crianças que vão integrar este projecto-piloto terão acompanhamento da terapia da fala, da terapia ocupacional e de uma equipa especializada também em produtos de apoio para ajudar e avaliar qual será a melhor forma de acesso. O processo continua com o treino durante algum tempo para potenciar a utilização. “Só depois é que será prescrito o produto de apoio, incluindo aqui ainda a formação quer seja dos agentes educativos quer seja da família no uso do produto de apoio para que a criança o possa fazer em pleno”, adiantou a terapeuta de fala, que integra a equipa responsável pelo projecto.
Entretanto, a associação conta já com uma parceria com a Fundação Altice, que doou material tecnológico.

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