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“Acrescentar valor é o grande desafio dos vinhos verdes”

Alto Minho

2022-10-03 às 06h00

Rui Miguel Graça Rui Miguel Graça

Dora Simões, nova presidente da Comissão dos Vinhos Verdes, analisou o momento do sector, as questões económicas e climatéricas e os desafios colocados para o próximo ano.

Citação

Com 114 anos de história, concretizados no passado dia 18 de Setembro, momento da celebração da constituição da região dos vinhos verdes, Dora Simões, recentemente escolhida para liderar o projecto, analisou o momento do sector, desde o aumento de preços, às limitações para encontrar produtos como o caso do vidro, à seca. Falou de um sector com “capacidade inventiva e inovadora”, “resiliência”, e “constante dinamismo” no sentido de “fazer face às dificuldades que têm surgido”.
É um sector que tem olhado para o universo exterior, até porque “exporta para mais de 100 países no mundo”, mas “também deve continuar a promover-se entre portas, sendo que a pandemia demonstrou a também a importância do consumo interno”.

É uma região que tem atraído produtores, até porque as condições climatéricas, nomeadamente a seca que assola o país leva a essa procura. Os níveis de humidade na região destacam-se em relação ao resto do país e, as “próprias reestruturações levadas a cabo pelos produtores têm sido no sentido de combater o actual cenário”.
Dora Simões falou do grande desafio que se coloca nos próximos tempos aos produtores da região, que está intimamente ligado com a “necessidade de acrescentar valor”.

A Região dos Vinhos Verdes recebeu a visita de alguns dos melhores sommeliers do mundo. Paz Levinson, Paolo Basso, Olivier Poussier, Arvid Rosengren, Serge Dubs, Andreas Larson, Dejan Zivkoski e Marcus Del Monego, membros da conceituada organização Association de la Sommellerie Internationale, tiveram a oportunidade de provar alguns dos melhores Verdes do concurso de 2022, comprovando a diversidade, frescura, sofisticação e potencial de guarda que a Região dos Vinhos Verdes tem para oferecer.
Relativamente à actual vindima, que já terminou na maior parte das produções, diga-se que “o ano foi seco”, “a uva tem uma qualidade excepecional”, “sem doença”, sendo que os vinhos esperam-se de “elevada qualidade no próximo ano”.

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