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Desporto

2020-11-20 às 06h00

Ricardo Anselmo Ricardo Anselmo

Na ressaca da estreia na selecção nacional, Paulinho fez balanço muito positivo e abriu a porta à entrada de mais Guerreiros na equipa das quinas.

Se podia ter corrido melhor? A julgar pela não concretização do principal objectivo, podia. Se foi uma estreia de sonho? Claro que sim. Afinal, na primeira vez em que vestiu a camisola da selecção nacional, Paulinho marcou dois golos. “Sinto-me mais feliz e mais concretizado, mas também com mais responsabilidade e mais concentração para fazermos uma grande época”, assumiu o avançado, ontem à noite, numa entrevista ao NEXT.
“O bom do futebol é que desfrutamos do momento mas já estamos a pensar no próximo objectivo. Estamos já focados na Taça de Portugal, no jogo com o Trofense e a seguir temos a Liga Europa. Acabamos por viver e saborear o momento, mas por pouco tempo. O que até acaba por ser bom, porque assim não tiramos os pés do chão, nem perdemos o foco”, analisou o atacante de 28 anos, ciente de que a legião bracarense se orgulha daquilo que tem conseguido.

“Não temos contactado com muita gente fora do futebol, mas acredito que todos os nossos adeptos estejam felizes, não só por mim, mas também pelo SC Braga e por aquilo que o clube representa hoje no futebol português. É uma equipa que consegue ter jogadores com qualidade para estar na selecção”, frisa, ao mesmo tempo em que descreve o ambiente vivido na turma das quinas.
“Fui muito bem recebido. É um grupo muito parecido com aquele que temos em Braga. Jovem, ambicioso e a qualidade que têm como jogadores também a têm como pessoas. Toda a gente me recebeu bem, inclusive o Cristiano [Ronaldo] e foi isso que me ajudou a sentir-me bem nos jogos. A Selecção acaba por estar, neste momento, num patamar que lhe permite, na minha opinião, ser das melhores do mundo. Vive-se um ambiente muito bom e isso é transportado para dentro de campo e os resultados aparecem”, sublinhou, assegurando que as luzes da ribalta que poisam sobre os seus ombros não o fazem desviar do caminho. “Quero continuar a brilhar. Represento o clube que gosto, tenho um grupo de jogadores que são incríveis comigo e sou ambicioso. Enquanto jogadores temos de saber passar ao lado dos holofotes. A nossa ambição e profissionalismo não podem ser afectados nem medidos por factores exteriores. Temos de ser nós, intrinsecamente, a querer sermos mais e melhores”, finalizou, garantindo manter-se na luta para voltar a merecer a confiança de Fernando Santos.

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