Correio do Minho

Braga, sábado

- +
Agrupamento de Celeirós vai retomar actividade
IPCA distinguido com medalha municipal de Grau Ouro

Agrupamento de Celeirós vai retomar actividade

Primeira Aldeia Natal “livre” de Covid-19

Agrupamento de Celeirós vai retomar actividade

Braga

2020-11-15 às 06h00

Patrícia Sousa Patrícia Sousa

A celebrar 50 anos, o Agrupamento n.º 427 - Celeirós do Corpo Nacional de Escutas espera retomar a actividade em breve. Sede do agrupamento já está pronta para receber os escuteiros.

A celebrar o 50.º aniversário este ano, o Agrupamento n.º 427 - Celeirós do Corpo Nacional de Escutas (CNE) ainda conseguiu fazer a festa em Fevereiro, por altura do Dia de BP (Baden-Powell, fundador do movimento escutista), mas logo confinou e ainda não regressou à actividade.
“Tínhamos programado um plano de actividades comemorativas dos 50 anos do agrupamento que culminaria no dia 18 de Outubro, data em que foram realizadas as primeiras promessas, mas ficamos pela actividade em Fevereiro onde tivemos uma Velada de Armas, o desfile de fanfarras e as promessas”, recordou o chefe de agrupamento, adiantando que, na altura, foi ainda colocada uma lona comemorativa num pórtico junto à igreja. José Cunha referiu ainda que cada elemento do agrupamento recebeu uma insígnia alusiva ao 50.º aniversário para colocar na camisa da farda.

Entretanto, com o confinamento o agrupamento acabou por suspender todas as actividades e ainda não retomou. “Estivemos mesmo parados, apesar dos dirigentes terem mantido sempre o contacto”, sublinhou o chefe de agrupamento, recordando que no início de Junho os dirigentes acabaram por se juntar e formaram um grupo de acolhimento para ajudar a paróquia, mas estão a fazê-lo como paroquianos e não como escuteiros.

“Em Setembro preenchemos o formulário pedido pela Junta Central do CNE e passámos o mês de Outubro a preparar a sede do agrupamento para retomarmos a actividade. Andamos a arrumar a sede para conseguirmos mais espaço e a colocar a sinalética”, contou José Cunha, lamentando que por “ironia” o dia que estava previsto retomar surgiram novas medidas e voltou-se a adiar. “Temos que retomar a actividade e decidimos avançar com pequenos grupos”, confirmou.
Como as reuniões da catequese também ainda não estão a ser realizadas, o agrupamento de escuteiros também acabou por ir adiando o regresso. “Os miúdos e até os pais estão ansiosos por regressar”, destacou o chefe de agrupamento, acreditando que não vão reduzir o efectivo.

Falta de dirigentes continua a ser ‘calcanhar de Aquiles’

As dificuldades antes da pandemia mantêm-se no Agrupamento n.º 427 - Celeirós do Corpo Nacional e Escutas (CNE), já que a falta de dirigentes continua a ser o “calcanhar de Aquiles” do agrupamento. Optimista, o chefe de agrupamento acredita que “depois da tempestade virá a bonança”, por isso, o plano de actividades do próximo ano será certamente mais preenchido.
Os dirigentes, confidenciou José Cunha, “são sempre poucos”. “Às vezes digo a brincar que tenho inveja daqueles agrupamentos que têm mais de 20 dirigentes, mas também temos que perceber que as realidades das freguesias são completamente diferentes umas das outras”, afirmou.

“Neste momento, somos sete dirigentes e temos uma candidata a fazer formação para depois fazer a promessa”, contou José Cunha, que incentiva sempre todos os dirigentes a fazer formação e a participar em todas as actividades, porque “o saber não ocupa lugar e é sempre bom ir beber à fonte”.
Outra dificuldade que o Agrupamento n.º 427 - Celeirós tem sentido nos últimos anos é na captação de escuteiros. “Não podemos esquecer que a freguesia de Celeirós para além do agrupamento de escuteiros do CNE conta ainda com a Companhia de Guias. Mesmo assim sempre tivemos em média 40 a 50 escuteiros que não é mau. Mas o ideal era temos um efectivo que rondasse os 60 efectivos”, admitiu.
Entretanto, já a pensar no “chamar” mais crianças para o movimento, estava agendado para as férias da Páscoa uma actividade na creche e infantário do Centro Social da Paróquia de Celeirós para mostrar aos mais novos o que é o escutismo, mas com a pandemia acabou por ser cancelada.

Para José Cunha o “escutismo faz mais falta do que nunca”, sobretudo, a realização de actividades na natureza, até porque, tal como dizia o fundador do escutismo “a natureza é um laboratório por excelência”.
Apesar de não ter sede própria, o Agrupamento n.º 427 - Celeirós tem um espaço próprio no salão da paróquia. “Temos um espaço só nosso com um salão com 60m2 e uma sala mais pequena que é onde funciona a secretaria. Felizmente temos muito espaço ao ar livre junto à igreja”, destacou ainda o chefe de agrupamento.

Deixa o teu comentário

Usamos cookies para melhorar a experiência de navegação no nosso website. Ao continuar está a aceitar a política de cookies.

Registe-se ou faça login

Com a sessão iniciada poderá fazer download do jornal e poderá escolher a frequência com que recebe a nossa newsletter.




A 1ª página é sua personalize-a

Escolha as categorias que farão parte da sua página inicial.

Continuará a ver as manchetes com maior destaque.

Bem-vindo ao Correio do Minho
Permita anúncios no nosso website

Parece que está a utilizar um bloqueador de anúncios.
Utilizamos a publicidade para ajudar a financiar o nosso website.

Permitir anúncios na Antena Minho