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Agrupamento n.º 375 - Este S. Mamede: Gerir emoções e novos desafios preocupam nesta fase
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Agrupamento n.º 375 - Este S. Mamede: Gerir emoções e novos desafios preocupam nesta fase

Braga

2020-10-18 às 08h00

Patrícia Sousa Patrícia Sousa

Desconfinamento está a ser feito de forma gradual no Agrupamento n.º 375 - Este S. Mamede. Dirigentes estão a trabalhar com o objectivo de voltar às reuniões presenciais, se for possível.

O Agrupamento n.º 375 - Este S. Mamede já começou a desconfinar, mas apenas com os Caminheiros (jovens dos 18 aos 22 anos) e os dirigentes que estão a fazer o apoio à paróquia.
“Gerir emoções e os novos desafios preocupam, mas o escutismo mais uma vez está a readaptar-se. O tempo que estamos a viver traz mais preocupação relativamente a todo o tipo de acções presenciais e, por isso, vamos perceber primeiro como tudo evolui”, justificou a chefe de Expedição (II Secção- Exploradores), Alexandra Gonçalves.
Neste momento, o agrupamento está a preparar as infra-estruturas para perceber como se vão realizar as reuniões presenciais e o devido plano de contingência para manter o espaço com as distâncias acauteladas e devidamente sinalizado e higienizado.
“Temos a sorte de ter um adulto para cada pequeno grupo e já temos o plano estruturado. Cada secção vai ser dividida e vamos tentar, se possível, ter reuniões com pequenos grupos preferencialmente ao ar livre e se tivermos que regressar ao digital, voltamos”, assegurou.
Entretanto, a cerimónia das Passagens (quando elementos mudam de secção) vai ser presencial, se for possível, mas mesmo assim “não terá a alegria e a emoção que lhe são tão características e vai-se perder toda a essência e magia do escutismo”, lamentou. E Alexandra Gonçalves foi mais longe: “o movimento escutismo acaba por perder muito com o contacto com a natureza, mas é o possível neste momento e temos que nos reinventar o que acresce a responsabilidade e o trabalho dos dirigentes”, alertou a chefe de Expedição, referindo ainda o “necessário equilíbrio com a vida profissional e pessoal”.
Nesta fase, os agrupamentos terão ainda que “encontrar alternativas e estratégias para captar a atenção dos miúdos”, defendeu a dirigente, acreditando que a partir de agora “terão que ser dados passos devagar e muito bem pensados e partilhados entre os adultos do agrupamento e os pais”
Desde Março, que o agrupamento cancelou todas as actividades presenciais. “Procuramos, desde essa altura, manter algum diálogo e ligação com os miúdos e os pais, explicando que estava tudo suspenso”, lembrou Alexandra Gonçalves, referindo que foram lançados, durante o período de confinamento, desafios on-line para manter a relação com os miúdos. “A preocupação como escola de educação não formal foi incutir nos nossos elementos a responsabilidade de serem exemplo para os pares”, avançou ainda a dirigente.

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