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Alto Minho “exige já” dois mil testes para lares

Alto Minho

2020-04-08 às 08h03

Redacção Redacção

Em carta ao Governo, a CIM Alto Minho “exige já” dois mil testes para efectuar despiste de Covid-19 aos cerca de 1.700 idosos em lares do distrito.

O presidente da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho disse ontem que a região “exige já” dois mil testes para efectuar o despiste de Covid-19 aos cerca de 1.700 idosos residentes em lares do distrito de Viana do Castelo.
“Nós temos cerca de 1.700 idosos a residir no Alto Minho. São necessários dois mil testes para o Alto Minho para se poder fazer um rastreio eficaz de todas as instituições. É necessária urgência. Urgência é para já, não é para daqui a uma semana. É para já. Ouvimos falar que chegaram testes a Portugal, queremos que também venham para o Alto Minho. O Alto Minho exige testes para fazer despiste nas nossas instituições”, afirmou José Maria Costa.
Contactado pela agência Lusa, a propósito de uma nota da CIM do Alto Minho enviada à imprensa, a reafirmar a “urgência” na disponibilização de testes à Covid-19 aos lares da região, o socialista José Maria Costa sublinhou que há “um crescimento de casos confirmados nos lares” dos 10 concelhos do distrito de Viana do Castelo.

“Já temos alguns lares em situação muito crítica no Alto Minho e temos outras instituições já sinalizadas com suspeitas de infectados com o novo coronavírus. É necessário termos disponibilidade, imediata, de mais testes para prevenir o pior, e o pior é aquilo que todos nós não queremos, que é ver as instituições a passarem por situações de grande aflição”, destacou.
Para José Maria Costa, que é também presidente da Câmara de Viana do Castelo, os testes permitirão “fazer um rastreio atempado e poder evitar situações mais complicadas”.
“É urgente que venham mais testes para o Alto Minho, e também para a região do Minho. O crescimento do número de infectados é de facto grande e a maior incidência é, de facto, nos lares e nas unidades de cuidados continuados. É preciso disponibilizar testes em quantidade e com celebridade”, reforçou.

A CIM do Alto Minho apela ao Governo para “reforçar, de imediato, as medidas de prevenção e resolução das situações de alto risco já detectadas nos lares”.
Além dos “testes de despistagem para as situações críticas referenciadas pelas autoridades de saúde nos lares de idosos”, a CIM quer ver “implementadas medidas de prevenção nos lares, nomeadamente fornecimento de equipamentos protecção individual, nos controlos de temperatura à entrada e na rotatividade dos turnos dos colaboradores e funcionários dos lares”.

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