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Alunos do IPCA preferem  ensino presencial

Ensino

2020-07-31 às 06h00

Redacção Redacção

Estudo do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave revela que os seus estudantes preferem os “ganhos” do sistema de ensino presencial.

“O ensino não presencial perde em muitas áreas para o ensino presencial”. Esta é a principal conclusão de um estudo realizado pelo Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPVA), em o IPCA, em parceria com a Associação Académica, aos estudantes, no sentido de perceber o impacto que teve o ensino à distância na aprendizagem.
Os resultados mostram que cerca de 80 % dos estudantes aprovam a generalização do ensino não presencial adoptada pelo IPCA no âmbito das medidas para ajudar na sustentação da pandemia associada ao SARS-COV-2. Cerca de 70% dos estudantes dão nota positiva ao uso do moodle como plataforma centralizadora nos processos de ensino e aprendizagem. Mas as avaliações positivas não escondem, todavia, as dificuldades associadas ao ensino não presencial.

Em termos de maiores dificuldades é na aquisição de conhecimentos e competências, uma vez que cerca de 67% dos estudantes consideram que foi “bastante mais difícil” adquirir conhecimentos na modalidade de ensino não presencial do que na presencial. Indicam que a aquisição das competências desejadas em determinadas áreas que exigem trabalho prático e laboratorial é posta em causa.
“Se é árduo aprender, de uma forma geral, mais espinhoso é alcançar e desenvolver competências nas unidades curriculares com elevada carga prática e laboratorial. Foi precisamente isso que sentiram 76% dos estudantes que responderam ao questionário”, indica fonte do IPCA.

Também o corpo docente do instituto aponta para um ensino à distância pouco eficaz. “As aulas práticas leccionadas via online em nada se equiparam às aulas presenciais e o material e equipamento que temos disponível na sala de aula para a realização de trabalhos práticos não nos é disponibilizado em casa. Uma desvantagem muito grande em algumas disciplinas, além de as aulas à distância não proporcionarem um ensino equivalente às aulas presenciais”, refere o estudo.
Face aos resultados do estudo, a presidente do IPCA refere que “a transição massiva para o ensino à distância foi uma medida necessária para o combate à situação que vivemos desde o início de Março. Mas percebemos que a generalização do ensino não presencial ocorreu num contexto muito particular. Foi difícil. As mudanças foram rápidas, tendo sido exigido aos alunos, aos professores muito esforço e dedicação”.

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