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António Cardoso: “Não somos corruptos nem falsificadores de documentos”

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António Cardoso: “Não somos corruptos nem falsificadores de documentos”

Vale do Ave

2020-07-30 às 06h00

Patrícia Sousa Patrícia Sousa

António Cardoso, presidente da Câmara Municipal de Vieira do Minho, garantiu ontem que “é absolutamente falso” ter sido constituído arguido, após buscas da Polícia Judiciária ao município.

No seguimento das notícias veiculadas ontem, as quais davam conta de buscas realizadas pela Polícia Judiciária (PJ) no Município de Vieira do Minho, a propósito de uma denúncia sobre um processo de licenciamento que já tem alguns anos, o presidente garantiu que é “absolutamente falso” ter sido constituído arguido. António Cardoso garantiu ainda que “o executivo não é corrupto nem falsificador de documentos”.
“Estas buscas decorrem na sequência de um processo de licenciamento que já tem alguns anos, sobre o qual foi apresentada uma denúncia”, começou por esclarecer, em conferência de imprensa, o presidente da autarquia, adiantando que sobre este caso concreto, o Município de Vieira do Minho “já apresentou vários esclarecimentos, nomeadamente à Inspecção-Geral da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território (IGAMAOT) e também às autoridades judiciais e administrativas”.

O presidente informou ainda que se trata de um processo de 2016 de reconstrução de dois artigos urbanos contíguos na freguesia de Soengas, junto à albufeira da Caniçada. “Temos como propósito ajudar os vieirenses e recuperar o território sempre com respeito e cumprimento da legislação”, avançou o presidente, confirmando que este processo “nada tem a ver” com outras queixas antigas.
António Cardoso, garantiu ainda na conferência de imprensa, que está “totalmente disponível”, tal como todos os elementos que compõem o executivo, para auxiliar a PJ, bem como o Ministério Público na investigação em causa, procurando assim “contribuir de forma activa para a descoberta da verdade e a realização da justiça”.

O presidente assegurou ainda que o Município de Vieira do Minho “é transparente, quer a verdade e pauta pela gestão rigorosa”, exigindo-se “a verdade dos factos em todas as situações”. António Cardoso mostrou-se ainda de “consciência tranquila e colaborante com todas as entidades”.
O presidente, que se encontra de férias, foi peremptório: “lamentamos que estas investigações que deveriam ser sigilosas, sejam retratadas na praça pública, pelos meios de comunicação social de forma maliciosa e com ausência de verdade. Pelo que entendemos que situações destas deveriam ser alvo de avaliação/ inquérito, junto das instituições e administrações dos meios de comunicação social”.

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