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Braga

2021-01-25 às 06h00

Marta Amaral Caldeira Marta Amaral Caldeira

D. Jorge Ortiga, arcebispo primaz, diz que o encerramento das igrejas “é um grande sacrifício”, mas é “o contributo” que a Igreja dá no combate à Covid.

“Fechámos as nossas igrejas às celebrações públicas comunitárias da eucaristia, mas não fechámos a Igreja”, afirma D. Jorge Ortiga, arcebispo primaz de Braga, que ontem, celebrou a missa dominical na Sé Catedral, com transmissão via Facebook e Youtube, como forma de combater a pandemia de Covid-19. “Queremos dar o nosso contributo”.
Apontando para o “grande sacrifício” que é ter que encerrar as igrejas, D. Jorge Ortiga sublinha que “estamos a pôr em primeiro lugar a vida das pessoas” atendendo à pandemia. “Não sei se efectivamente este é um contributo, mas penso que sim e espero que esteja a ajudar”, asseverou.

Depois da Conferência Episcopal Portuguesa ter decidido, recentemente, a “suspensão” das celebrações públicas da eucaristia, a Arquidiocese de Braga volta a adaptar-se às redes sociais, para garantir o acompanhamento dos fiéis.
Quem quiser seguir as eucaristias, celebradas à porta fechada, basta aceder às redes sociais da Arquidiocese de Braga e assistir à respectiva transmissão directa, todos os dias da semana, às 17.30 horas e aos domingos, às 11.30 horas, a partir da Sé de Braga. As eucaristias dominicais são celebradas pelo próprio arcebispo primaz.

“A Igreja foi sempre exemplar, encerrando as igrejas logo na primeira vaga da pandemia, mas também na particularidade de criar mentalidade no sentido de sensibilizar realmente as pessoas e mesmo depois, quando as igrejas reabriram, foram realmente modelares no modo como organizaram os seus espaços para poder acolher os fiéis com segurança e com todas as condições para que o contágio do vírus não acontecesse”, frisou D. Jorge Ortiga.

“Para nós, é sem dúvida nenhuma, um grande sacrifício termos que encerrar as igrejas, pois sabemos que a fé cristã não existe sem a vertente do comunitário, sem este encontro uns com os outros e para nós a eucaristia é algo fundamental e perdê-la custa muito, mas estamos a pôr em primeiro lugar a vida das pessoas, que, eu penso que não têm corrido riscos até hoje dentro dos espaços sagra- dos”.
O arcebispo primaz apela aos cristãos para “não se desligarem da fé” e a viverem dentro confinamento, no seio das respectivas famílias “procurando dedicar um pouco mais de tempo à leitura da Palavra, à oração e envolverem-se em projectos de solidariedade para procurar ajudar também aqueles que mais necessitam”.

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