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Cávado

2020-05-28 às 08h03

Patrícia Sousa Patrícia Sousa

Foi publicado, ontem, em Diário da República a abertura do concurso para a remodelação do antigo edifício da GNR para acolher o Arquivo Municipal de Esposende. Autarca Benjamim Pereira garante que obra fica pronta no Verão de 2011.

O Arquivo Municipal de Esposende vai ‘nascer’ no antigo quartel da GNR. “No Verão de 2011, teremos o novo arquivo pronto”, garantiu o presidente da Câmara Municipal de Esposende, Benjamim Pereira.
Trata-se de um investimento de cerca de 500 mil euros e segundo o anúncio do concurso público para a obra, ontem publicado em Diário da República, o prazo de execução será de 300 dias.
“O Arquivo Municipal está a funcionar nos Paços do Concelho, mas o espaço é manifestamente insuficiente, o que faz com que algum acervo esteja disperso por outros edifícios municipais. Numa óptica de boa gestão, apresentamos a proposta de requalificação do antigo quartel da GNR, até porque ocupa um local central na cidade”, justificou ainda o autarca.

A intervenção decorrerá no âmbito do Plano de Acção de Regeneração Urbana (PARU) e o investimento será comparticipado em 85% por fundos comunitários.
A obra, no valor de meio milhão de euros e com um prazo de execução de 300 dias, compreende a alteração e ampliação do antigo edifício da GNR, revestido de interesse arquitectónico para o concelho e que importa preservar, para instalação de um equipamento destinado Arquivo Municipal.
Benjamim Pereira associou, ainda, o investimento no novo espaço para o Arquivo Municipal à necessidade de “adaptação às novas tecnologias, essenciais para o desenvolvimento de uma política arquivística coerente e eficiente, possibilitando a preservação, conservação e consequente difusão da informação, funcionando sempre em prol dos serviços e do cidadão”.

De destacar que o edifício do antigo quartel da GNR é propriedade da União de Freguesias de Esposende, Marinhas e Gandra, com quem o município celebrou um contrato de comodato para avançar com a candidatura da obra a fundos comunitários.
No entanto, e segundo o autarca, está a ser preparada uma permuta, ficando a câmara com a propriedade do antigo quartel e a união de freguesias com a propriedade da sua sede.

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