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Arte de Mario Louro revelada nos Biscainhos

Braga

2021-05-07 às 06h00

Marlene Cerqueira Marlene Cerqueira

Mário Louro Artworks 2020/21 é a exposição que o Museu dos Biscainhos tem patente até 14 de Maio, uma mostra que conjuga a arte contemporânea de um artista emergente com o ambiente histórico de um palácio do séc. XVII.

No Museu dos Biscainhos está patente, desde ontem e até 14 de Maio, a primeira exposição física de Mario Louro. É uma mostra sui generis, pois conjuga a arte contemporânea, que marca a obra deste artista emergente, com o ambiente barroco do palácio do século XVII.
As 80 pinturas estão meticulosamente espalhadas por todo o espaço do Museu dos Biscainhos. Quem já conhece o museu, pode agora redescobri-lo através da visita a esta exposição que reflecte o resultado do primeiro ano de trabalho do artista Mario Louro. A visita à exposição é de livre acesso.
Ao ‘Correio do Minho’, o artista explicou que todos os trabalhos expostos — de pintura acrílica sobre tela ou papel — foram executados entre Março de 2020 e Março de 2021, portanto durante a pandemia.
“Nunca antes tinha pensado em pintar. Comecei a pintar há um ano, quando descobri que realmente tenho interesse em fazer isto”, confessa Mário Louro, que é arquitecto de profissão.
Autodidacta, com formação de desenho no âmbito do curso de Arquitectura que tirou, Mario Louro assume-se também como um “observador assíduo de arte contemporânea” e alguém que sempre retira ensinamentos “através de um sentido crítico apurado”. Revela que se inspira “num complexo de sentimentos, de cultura e da experiência acumulada” durante a vida.
Esta é a primeira exposição física de Mario Louro, mas no último ano o artista bracarense teve já as suas pinturas expostas ao mundo, concretamente através de uma galeria de Milão e uma outra de Londres.
“A pandemia alterou o cenário das galerias em todo o mundo”, recorda, realçando que o digital acabou por ser a forma que estes espaços encontraram para continuar a sua missão.
Se uma exposição física permite um contacto próximo com as obras, as exibições virtuais permitem chegar a milhões de pessoas em todo o mundo. Mario Louro confessa que tem tido “excelente feedback” desta exposição da sua arte através daquelas galerias estrangeiras.
No entanto, é nesta primeira exposição física que as atenções estão agora centradas. “Eu queria muito fazer esta exposição na minha cidade”, assume o artista, sem esconder “a satisfação” por ter conseguido conciliar a sua arte contemporânea com o cenário de um palácio do séc. XVII. A conjugação supera expectativas e justifica visitar a mostra.

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