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Assembleia Municipal aprova voto de louvor ao sacristão cabeceirense Eduardo Magalhães

Vale do Ave

2022-10-01 às 16h16

Redacção Redacção

Seis décadas ao serviço da paróquia, transformaram-no, sem dúvida, em memória viva de milhares de celebrações que marcaram a vida de Cabeceiras de Basto e de várias gerações de Cabeceirenses, acompanhando os párocos Francisco Barreto, Fernando Castro, Marcelino Esteves e Manuel Batista.

Citação

Reunida ontem, dia 30 de setembro, a Assembleia Municipal de Cabeceiras de Basto, sob a presidência do Eng.º Joaquim Barreto, aprovou por unanimidade e aclamação, um voto de louvor ao sacristão cabeceirense Eduardo Leite Magalhães, pelos 60 anos ao serviço da Igreja do Mosteiro de S. Miguel de Refojos.
No voto de louvor que foi uma deliberação da Assembleia Municipal, pode ler-se o seguinte:
«Nascido na freguesia de Refojos de Basto, no ano de 1935, Eduardo Leite de Magalhães, dedicou a sua vida à agricultura, profissão que aprendeu com os pais e à qual deu continuidade, com a esposa Maria Guilhermina Carvalho de Oliveira e seus filhos, sempre com sabedoria e brio, tornando-se, por isso, num trabalhador exemplar e dedicado.
Desde cedo católico praticante, Eduardo Leite de Magalhães, foi convidado para ser sacristão.
No dia 1 de agosto de 1962, iniciou com o Arcipreste Francisco Xavier de Almeida Barreto o ministério de sacristão na Igreja do Mosteiro de São Miguel de Refojos.
A partir de então, e ao longo de seis décadas, no exercício das suas funções, primou pela discrição, pela dedicação e pela simpatia que sempre o acompanharam nos momentos importantes de muitos cabeceirenses, particularmente os paroquianos da freguesia de Refojos de Basto.

Com a cruz paroquial, acolheu à porta da Igreja do Mosteiro milhares de crianças, testemunhou pelo matrimónio o amor de muitos casais, acompanhou ao cemitério muitos falecidos e pelas suas mãos os sinos anunciaram e chamaram.

Seis décadas ao serviço da paróquia, transformaram-no, sem dúvida, em memória viva de milhares de celebrações que marcaram a vida de Cabeceiras de Basto e de várias gerações de Cabeceirenses, acompanhando os párocos Francisco Barreto, Fernando Castro, Marcelino Esteves e Manuel Batista.

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