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Ataque de pólvora seca

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Ataque de  pólvora seca

Desporto

2021-05-01 às 06h00

Joana Russo Belo Joana Russo Belo

SC Braga somou a segunda derrota consecutiva e pode ter comprometido o pódio da I Liga. Golos tardam em aparecer, apesar dos números em termos ofensivos: na Madeira, foram 12 remates de pólvora seca.

É um ataque de pólvora seca. A segunda derrota consecutiva que veio na bagagem da Madeira, diante do Marítimo, voltou a fazer soar os alarmes e pode mesmo ter comprometido o pódio da I Liga, onde o SC Braga passou grande parte da temporada instalado no terceiro lugar de acesso à Champions. Foi o segundo jogo seguido com derrota pela margem mínima, tal como tinha acontecido frente ao Sporting, e sem golos marcados, mesmo perante números avassaladores de ataque, que dão conta de 12 remates no duelo com os insulares, 63 por cento de posse de bola e 34 cruzamentos e 16 remates frente aos leões, também com posse de bola de 64 por cento.

Nesta fase decisiva da época, os golos tardam em aparecer e este poder de fogo que tem faltado à equipa pode mesmo custar um lugar na Liga dos Campeões, agora com o Benfica cada vez mais distante. Nos últimos cinco jogos, o SC Braga perdeu dois (Marítimo e Sporting, ambos os duelos sem conseguir marcar), venceu o Boavista, por 2-1 (fez 25 remates, esteve a perder e só conseguiu a reviravolta ao cair do pano com um golo de Sporar, depois de Fransérgio ter empatado) e somou dois empates seguidos: em casa, com a Beleneses SAD (1-1, com um golo de Gaitán e 13 remates) e logo de seguida, em Vila do Conde, com o Rio Ave, a zero, num duelo em que disparou 11 vezes à baliza.

A falta de eficácia dos guerreiros tem sido notória, assim como uma defesa que parece mais permeável, e contrasta com o desempenho durante a primeira volta: na primeira metade do campeonato, em 17 jogos, o SC Braga somou 12 vitórias e cinco derrotas, 30 golos marcados (o terceiro melhor ataque) e 16 sofridos; nesta segunda metade, em 13 jogos e quando faltam disputar quatro jornadas, os guerreiros contabilizam seis vitórias, três derrotas e quatro empates, 19 golos marcados e 14 sofridos.

Olhando ao desempenho dos jogadores, Ricardo Horta - o melhor marcador da equipa, com oito golos no campeonato - já não faz o gosto ao pé há oito jornadas, desde 15 de Março, quando os arsenalistas empataram em Famalicão (2-2). Abel Ruiz perdeu um estado de graça momentâneo, não marca há nove partidas e soma apenas dois golos no campeonato (frente ao Nacional, na 21.ª jornada e, na ronda seguinte, diante do Vitória SC), enquanto Lucas Piazón tem estado desinspirado, depois dos seis golos marcados. Já Sporar, leva três, dois deles deram as últimas duas vitórias arrancadas a ferros.

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