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Barcelos: Casas da Aldeia do Centro Social do Vale do Homem prontas em finais de 2025

Cávado

2024-02-22 às 06h00

Miguel Viana Miguel Viana

Complexo a construir na freguesia de Alvito S. Pedro vai albergar 27 pessoas e implica um investimento de 2,5 milhões de euros. A comparticipação do Plano de Recuperação e Resiliência é de um milhão e 150 mil euros.

Citação

O Centro Social do Vale do Homem (CSVH)lançou ontem a primeira pedras das sete Casas da Aldeia que vai construir na freguesia de Alvito S. Pedro.
As casas, de várias tipologias (T5, T4 e T2), têm capacidade para acolher 27 utentes portadores de deficiência, e obedecem ao conceito de ‘cohousing’ (habitações compartilhadas).
“Podemos integrar aqui várias tipologias de famílias. Aqui vamos trabalhar também a componente da formação nas actividades da vida diária de forma a prepará-los para o mundo do trabalho. Vamos dar condições e ferramentas para fazerem uma vida autónoma”, explicou Jorge Pereira, presidente da direcção do CSVH.
Jorge Pereira acrescentou que se trata de “uma resposta inovadora no concelho de Barcelos. Seremos os primeiros a dar essa resposta.”
O investimento total ronda os 2,5 milhões de euros. sendo que um milhão e 150 mil resultam do apoio do Plano de Recuperação e Resiliência.
As casas estarão prontas “garantidamente em finais de 2025”, indicou o presidente da direcção do CSVH.
O presidente da Câmara Municipal de Barcelos, Mário Constantino, mostrou-se “feliz” por acolher o investimento. “É para nós muito gratificante acolher não só a obra mas também a inovação e a criatividade das respostas que este espaço vai permitir dar”, disse o autarca barcelense.
A cerimónia foi presidida pela secretária de Estado da Inclusão.
Ana Sofia Antunes destacou que as Casas de Aldeia vão permitir que “27 pessoas possam viver numa casa não massificada, mas numa verdadeira casa, com autonomia, podendo gerir o seu próprio tempo e espaço. Esta é uma forma de promover a vida independente”.
A governante realçou ainda que o projecto “é uma solução para evitar a institucionalização das pessoas. É uma resposta necessária e nós vamos ajudar no que pudermos”.
O presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), António Cunha, disse que o “momento é de celebração do que tem sido feito em prol da inclusão. O CSVH é um projecto notável com grande impacto no baixo Minho”.
A Casa da Aldeia, na freguesia de Alvito S. Pedro, foi cedida ao CSVH por Manuel Joaquim Magalhães, que agora vê perpétuada a memória da sua mãe, Rosa Pinheiro, que dá o nome a um museu a construir junto às Casas da Aldeia. “Este á a forma de perpetuar o nome da minha mãe. Eu tenho um acervo razoável e assim faz-se algo de bom para o concelho e para as pessoas que precisam”, expressou Manuel Joaquim Magalhães. A construção do museu e do Centro de Acitivdades e Capacitação para a Inclusão constam da segunda fase da obra das Casas da Aldeia, que cumprem os objectivos de desenvolvimento sustentável.

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