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Barcelos exige investimentos da administração central
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Barcelos exige investimentos da administração central

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Barcelos exige investimentos da administração central

Cávado

2021-10-20 às 08h00

Rui Serapicos Rui Serapicos

Novo hospital e ligação à autoestrada em Lama são reclamações com mais de 20 anos, alertou presidente eleito da Assembleia Municipal .

A exigência à administração central de mais investimentos no concelho pautou os discursos do novo poder autárquico que na quarta-feira à noite tomou posse.
Fernando Pereira, o presidente eleito da Assembleia Municipal, preconizou a “afirmação do peso institucional do concelho”.
Realçou a representatividade demográfica em termos de quantificação de votos: em Barcelos a vitória nas eleições autárquicas chegou com 33 mil votos, quando em outros concelhos que têm o peso de ser sedes de distrito os números de eleitores representados são menores: em Coimbra os votos que levaram à vitória foram 29 mil , em Viseu 24 mil, em Aveiro 17 mil, em Faro 12 mil e em Santarém 10 mil.
Segundo Fernando Pereira, estes números “devem ser usados como demonstrativos da grande za do concelho de Barcelos no panorama nacional”.
Propondo a união dos eleitos para implementar uma estratégia de afirmação de Barcelos em termos nacionais e europeus, aproveitou a presença na plateia do eurodeputado social-democrata José Manuel Fernandes para afirmar estar certo de que será colaborante “no que aos fundos comunitários diz respeito”.
Aos deputados Carlos Reis e Coelho Lima (também PSD), igualmente presentes, considerou que podem “desempenhar um papel neste processo, a que não se oporão os deputados Joaquim Barreto (PS) e José Maria Cardoso (Bloco de Esquerda), também presentes.
O presidente eleito, que já desempenhou desde a década de 1990 em sucessivas legislaturas o cargo de deputado à Assembleia da República, considerou que “é chegada a hora de haver uma igual proporção daquilo a que se tem direito a receber e não continuar a ser escamoteado ou mesmo discriminado”.
Exemplos dessa discriminação “têm mais de 20 anos, quando eu próprio, enquanto deputado à Assembleia da República pugnava para consagrar no Orçamento do Estado do ano 2020 a construção do novo hospital e do nó de autoestrada na freguesia de Lama”, salientou.
“Passou todo este tempo e os decisores de Lisboa, seja quem seja, não aprovaram nem o hospital nem a autoestrada. Isto tem que acabar”, lamentou.
O presidente da Assembleia Municipal apontou como uma prioridade para o município no mandato que agora começa uma acção orientada para a captação de investimento e concluiu com uma mensagem de esperança para o futuro.

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