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Barcelos: Instituto Politécnico do Cávado e do Ave  quer ser mais inclusivo e sustentável

Cávado

2021-09-16 às 14h00

Miguel Viana Miguel Viana

Maria José Fernandes tomou ontem posse como presidente do IPCA e assumiu a responsabilidade de tornar o estabelecimento de ensino superior num espaço de sustentabilidade e multiculturalidade.

“Encaro este novo mandato com o mesmo sentido de responsabilidade e de missão com que encarei o primeiro e com a forte convicção de que fomos capazes de honrar e respeitar o passado, mas também de assumir e desafiar o futuro”. As palavras foram proferidas por Maria José Fernandes, ontem à tarde, na tomada de posse como presidente do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave, para o quadriénio 2021/2025.
Maria José Fernandes foi a única concorrente ao cargo e escolheu ‘Responsabilidade e Oportunidade’, como lema da candidatura.
“Responsabilidade em tornar cada vez mais o IPCA como um espaço de pluralidade e multiculturalidade, inclusivo e respeitador da diferença, contribuindo fortemente para a formação de uma sociedade mais justa e sustentável. Responsabilidade em prosseguir com os alicerces já lançados de o IPCA ser um espaço privilegiado para a promoção da sustentabilidade com políticas que promovam a inclusão, a valorização do capital humano e a gestão responsável das pessoas, a transparência e equidade nas políticas de acesso ao ensino superior”, indicou a presidente do IPCA.
O estímulo à investigação, à transferência do conhecimento e o estreitar de laços com a comunidade e a melhoria de infraestruturas são outras das apostas da equipa liderada por Maria José Fernandes. Nesse sentido, ganham especial destaque a construção da Escola Hotel em Guimarães (num investimento camarário superior a 10 milhões de euros), o pólo de Esposende num investimento da Câmara de Esposende de cerca de 4 milhões de euros; a requalificação do edifício da Escola Superior de Design, no centro da cidade de Barcelos, num investimento de mais de 1.3 milhões de euros totalmente assegurado pela Câmara de Barcelos; requalificação do espaço exterior do edíficio sede da Escola Técnica Superior Profissional com um apoio da Câmara de Braga de mais de 350 mil euros e melhoria do espaço no polo de Vila Nova de Famalicão, suportado pela Câmara de Famalicão.
A presidente do IPCA prometeu tornar a instituição, em 2025, numa Universidade Politécnica verde, digital e inclusiva envolvida e comprometida com as autarquias locais e todo o tecido económicos empresarial e social.
O primeiro mandato de Maria José Fernandes (2017 - 2021) ficou marcado pelo aumento do número de estudantes em 46 por cento, pela manutenção das taxas de colocação no concurso de acesso aos cursos de licenciatura, e pelo aumento do número de diplomados em todos os níveis de formação.
O presidente do Conselho Geral do IPCA, Pedro Fraga, desafiou a presidente do IPCAa não perder o ânimo com que tem dirigido a instituição.”Cara professora, não perca o fogo que arde sem se ver em relação a esta instituição. Não perca as ganas com que diariamente pugna pelo reforço da instituição”, solicitou Pedro Fraga
O presidente do Conselho Geral realçou também que o IPCA “terá um futuro radioso, independentemente de ter, ou não, projectos aprovados no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR)”.
O presidente da Associação Académica do IPCA, João Pereira, destacou a evolução constante do estabelecimento de ensino no primeiro mandato da presidente, espelhado em melhores estruturas, e no reforço da ligação às empresas.
O dirigente académico antevê um aumento da qualidade do ensino no actual mandato da presidente do IPCSA, aliado à resolução dos problemas de alojamento dos estudantes, com a construção da residência universitária no terreno recentemente cedido pela Câmara Municipal de Barcelos. O presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Politécnicos, Pedro Dominguinhos, considerou que o IPCA “é marca indelével do crescimento da região”.
A cerimónia de tomada de posse contou com momentos musicais do Conservatório de Música de Barcelos.

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