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BE defende conjugação entre ensino presencial e à distância
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BE defende conjugação entre ensino presencial e à distância

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BE defende  conjugação entre ensino presencial e à distância

As Nossas Escolas

2020-05-20 às 06h00

Paula Maia Paula Maia

Em visita à secundária Alberto Sampaio, a deputada diz que este poderá ser um modelo a pensar para o próximo ano lectivo que forem acautelados os apoios a alunos e famílias.

A deputada do Bloco de Esquerda (BE) Alexandra Vieira visitou ontem a Escola Secundária Alberto Sampaio para ver in loco como é que as escolas públicas se estão a adaptar às novas circunstâncias, nomeadamente com o regresso dos alunos do 11.º e 12.º anos ao ensino presencial. “O desafio é gigantesco, implicou muitas pessoas, horas extra de trabalho mas, uma vez mais, a escola pública demonstrou como é capaz, quando é solicitada, de adaptar-se ao que é necessário”, referiu a deputada, considerando que a escola pública conseguiu responder em “tempo célere” às novas exigências.

Sobre a decisão de trazer novamente à escola os alunos do 11.º e 12.º anos, a deputada sublinha que há “vantagens e desvantagens” e que se, por um lado, se verificou que o ensino à distância para os alunos de maior autonomia - como é o caso dos alunos do 11.º e 12.º anos - estava a resultar e que este regresso veio até “interrompeu a dinâmica criada”, obrigando, uma vez mais, alunos e professores a ajustarem-se a outra realidade, por outro, este representa o regresso a “uma certa normalidade possível” que se vai exigindo.

Para o BE, os dois modelos, de ensino à distância e ensino presencial, podem conjugarem-se e complementarem-se, podendo servir também de exemplo para o próximo ano lectivo. “O bom senso e necessário e fundamental nesta questão”, avança Alexandra Vieira.
Se actualmente, escola e alunos, conseguiram colocar em prática um plano de contingência que salvaguarde toda a comunidade educativa, a deputada do BE diz que a questão será mais complicada quando todos os alunos regressarem à escola no próximo ano lectivo.

“Nestes moldes, será muito difícil o regresso de todos. A Direcção-Geral da Saúde terá de avaliar a situação e a seu tempo terá de se pronunciar”, continua a deputada, ressalvando que o partido está também a analisar a situação para dar o seu contributo. No entanto, Alexandra Vieira adianta que “esta situação mista, de ensino à distância com aulas presencias” poderá ser uma solução se for acautelado, por exemplo, que todos os alunos tenham acesso a computadores e internet, entre outros apoios. “O BE defende que a escola , juntamente com outras entidades, terão de funcionar também como uma primeira linha no que diz respeito ao apoio social às famílias que ficaram sem rendimentos”, conclui.

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