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Cávado

2020-10-15 às 06h00

Isabel Vilhena Isabel Vilhena

De 17 de Outubro a 27 de Novembro, Vila Verde mostra, uma vez mais, o seu lado mais criativo, através da realização da XI Bienal de Arte Jovem, uma iniciativa promovida pelo município.

De 17 de Outubro a 27 de Novembro, Vila Verde mostra, uma vez mais, o seu lado mais criativo, através da realização da XI Bienal de Arte Jovem, uma iniciativa promovida pelo município de Vila Verde, em colaboração com a D’ Arte - Associação de Artistas de Vila Verde e com o Instituto Português do Desporto e da Juventude.
Ao todo são 78 obras de artistas nacionais e internacionais, sendo que três desses trabalhos são resultado do projecto Bienal na Escola 2018/2019, fruto do envolvimento das escolas do concelho, da Escola Secundária de Vila Verde e da Escola Profissional Amar Terra Verde. Um projecto de cariz pedagógico que se enquadra nos objectivos do Plano Nacional das Artes que, entre outros, visa garantir o acesso à fruição artística e produção cultural do cidadão e da comunidade.

Na apresentação da 11.ª edição da bienal, que teve lugar na Biblioteca Professor Machado Vilela, a vereadora da Cultura, Júlia Fernandes, afirmou que “ao longo de todos estes anos, desde 1999, a bienal tem vindo a cumprir a missão para qual foi criada que é a de promover e projectar novos talentos e servir de rampa de lançamento para que os jovens possam seguir uma carreira artística e reconhecida no mundo das artes”, lembrando que “o primeiro prémio da Bienal de 1999 foi Maciel Cardeira que é actualmente presidente da D´Arte - Associação de Artistas de Vila Verde e membro do júri da bienal.
Júlia Fernandes salientou a internacionalização da bienal que “este é a mais internacional de sempre com países como o Brasil, a Colômbia, Espanha, o México”, dando nota das “dificuldades “para desalfandegar as obras, Tem sido uma tormenta, mas a bienal está chegar, cada vez mais, longe e a cumprir a sua internacionalização e fazer com que muitos artistas internacionais tenham aqui expostas a sua obra”.

António Vilela, presidente da Câmara Municipal de Vila Verde, referiu-se ao actual quadro de pandemia que estamos a viver e que obrigou “a uma gestão diferente do evento e a alguma criatividade, tendo em conta que os actos que ficam sujeitos a várias contingências”.
Luis Coquenão, coordenador artístico da Bienal de Arte Jovem de Vila Verde, apontou a pluralidade da arte, com as várias tendências artísticas, que se contra plasmada no primeiro grande prémio ex aequo. “Há uma obra mais conceptual que teve aprovação de uma parte do júri, a outra enquadra-se mais no sentido tradicional da arte que também se destacou por isso”, sublinhando que “para os artistas o grande prémio é participarem na bienal”.

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