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Braga, sábado

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Cávado

2018-09-06 às 06h00

Lurdes Marques

Aniversário foi marcado por homenagens, distinções e promoções. Oito novos bombeiros fizeram o seu juramento e a bênção de novas viaturas foi igualmente momento de destaque.

A entrada de novos bombeiros e a bênção de novas viaturas foram duas das notas em destaque, ontem, no aniversário dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso. 114 anos ao serviço da Póvoa de Lanhoso e das suas gentes. O dia foi também de homenagens, de distinções e promoções. Oito novos bombeiros fizeram o seu juramento na parada do quartel povoense, onde não faltou o tradicional baptismo. Vítor Coelho recebeu os galões de adjunto de comando e as cerimónias integraram ainda a homenagem a duas empresas do concelho pelo apoio aos bombeiros: Prozis e Foco Criativo. A deposição de flores junto ao monumento ao bombeiro e ao busto do saudoso comandante Luís Pinto da Silva foram outros dos momentos de festa.
Na sessão solene, os discursos foram iniciados pelo presidente da direcção dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso, padre Luís Fernandes, que destacou o trabalho de homens e mulheres que deram continuidade à obra criada pelo saudoso fundador, António Ferreira Lopes, transformando-a numa corporação moderna e dotada do indispensável para valer a todos do que requerem a sua ajuda. Fazendo alusão à ampliação do número de pirómanos, o presidente dos bombeiros alertou para o facto de que “o país precisa de acordar, encontrando meios de defesa contra essa gente malvada a quem o 'espectáculo' do dos incêndios instiga contra a segurança dos homens e mulheres que os combatem, pondo em risco a propriedade privada ou pública, integridades familiares e vidas”.
De entre outras considerações, o comandante dos bombeiros povoenses, António Veloso, deixou alguns dos dados que marcaram o dia 1 de Setembro, dia em que na freguesia de Oliveira assolou um grande incêndio combatido por mais de 200 operacionais. A este grande fogo, foi necessário dar resposta a incêndios que deflagraram na freguesia de Fontarcada, S. João de Rei, Vilela e Rendufinho, assim como a 23 serviços de emergência pré-hospitalar. Agradecendo a todos quantos estiveram na frente do fogo, António Veloso não esqueceu todos quantos estiveram na rectaguarda, nomeadamente a Câmara Municipal, Santa Casa e Centro Social de Serzedelo, com estas duas entidades a disponibilizar as suas cozinhas para a confecção das refeições. O apoio dado pela direcção, que mantém o seu trabalho de renovação de frota, equipamentos e instalações, foi também salientado pelo comandante dos bombeiros.
A lei do financiamento das associações de bombeiros foi trazida ao debate pelos representantes da federação distrital de bombeiros e Liga dos Bombeiros, que alertaram para o facto de muitas associações fecharem as suas portas se a mesma lei se mantiver. A criação de um cartão social de Bombeiros é outra das reclamações ao governo.
Salientando que o nosso património são as associações, o presidente da Câmara Municipal, Avelino Silva, referiu o concelho, nas mais diversas áreas, tem excelentes associações, que servem a comunidade e fazem um trabalho fundamental complementar ao estado e à administração local.
“É um dever e uma competência da autarquia assegurar as melhores condições para que os agentes da protecção civil possam cumprir a sua missão”, recordou o autarca.

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