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Braga

2021-10-19 às 10h00

Miguel Viana Miguel Viana

Atrasos na construção do novo quartel está a criar dificuldades à corporação. Direcção lançou grito de alerta nas redes sociais.

“O projecto do novo quartel tem andado às voltas com muita burocracia. O que fizemos foi lançar um grito de revolta”. As palavras são do presidente da direcção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Braga.
António Ferreira referiu-se a uma mensagem publicada no Facebook no domingo para lembrar que “o projecto tem andado às voltas. Há muita burocracia neste país”.
O terreno cedido pela Câmara Municipal de Braga, localizado na freguesia de Arcos S. Paio, à face da estrada nacional que liga a capital do Minho a Guimarães, tem um riacho, o que obrigou a fazer alterações ao projecto.
“ O terreno tem um riacho e por isso tivemos que fazer um afastamento no projecto do novo quartel. Tivemos que corrigir esse afastamento e proceder a uma permuta com o proprietário do terreno ao lado. Isso obrigou a que tivesse de ser feita a desafectação do terreno da Reserva Agricola Nacional. É muita burocracia a envolver muitas entidades, já que são necessários vários pareceres”, indicou Miguel Ferreira.
O responsável máximo da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Braga disse que já foram feitos contactos com várias entidades para tentar resolvera situação.
“Já tivemos reuniões com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte e hoje mesmo (ontem) o novo vereador que está com o processo na câmara ligou-me a dizer que estava sensibilizado para a questão e que haverá uma reunião na Câmara sobre este assunto”.
António Miguel Ferreira lança agora um apelo: “É preciso unir forças e alertar as entidades para esta necessidade urgente dos Bombeiros Voluntários de Braga. Chega de fazer sofrer os bombeiros. Temos de nos unir todos em torno deste assunto. Este é o nosso grito de revolta”, frisou António Ferreira.
O responsável garante que a desistência do promotor do projecto nunca esteve em causa, devido aos atrasos processuais, mas admite que o aumento dos materiais e dos custos do projecto possam colocar em causa os valores gerais da obra.
António Ferreira e toda a direcção contam com a solidariedade do corpo activo.
“Os elementos reuniram ontem (domingo) depois do meu alerta e manifestaram total apoio à direcção. É muito bom poder contar com estes homens e mulheres”, admitiu António Ferreira.

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