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Braga Romana deve ser momento de cultura para manter autenticidade
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Braga Romana deve ser momento de cultura para manter autenticidade

Braga

2019-05-19 às 06h00

José Paulo Silva José Paulo Silva

Vereador do Património abriu ontem colóquio sobre a infância na Bracara Augusta. Evento antecedeu festa da Braga Romana que decorre de dia 22 a 26 de Maio.

Se retirarmos o aparato tecnológico e a sofisticação dos brinquedos no nosso tempo, a essência do que é a infância permanece ao longo dos tempos. A ideia de Alice Costa, da Associação Clenardus, indiciou a resposta à questão que motivou a realização, ontem, no Museu Regional de Arqueologia D. Diogo de Sousa, do colóquio ‘Bracara Augusta et Roma Puerita’, evento integrado na programação cultural da ‘Braga Romana’.
Oito comunicações científicas e três momentos lúdicos procuraram saber se “a infância na grande urbe de Roma, centro de uma verdadeira cultural global há dois mil anos, será muito diferente das crianças de hoje”. Pelos vistos, “a essência pueril não mudou significativamente”, demonstram os estudos que, por iniciativa da Associação Clenardus, ontem foram apresentados no Museu D. Diogo de Sousa.

Presente na sessão de abertura do colóquio, o vereador do Património da Câmara Municipal de Braga, Miguel Bandeira, considerou que “o sucesso da Braga Romana tem sido pelos múltiplos objectivos conseguidos ao longo dos anos, chegando ao ponto de ser hoje um dos grandes eventos populares, mas também culturais, que tem na revisitação da História da cidade um ponto de partida”.
De acordo com o autarca, “o facto de Braga Romana ser expressivamente uma festa, deve também ser um momento para ir fazendo massa crítica e ir melhorando a sua qualidade e autenticidade”.
Para Miguel Bandeira, a Braga Romana “deve ser sempre um momento de cultura”, porque só assim mantém a sua autenticidade e prestígio”.

O vereador do Património insistiu ontem na ideia de que a Braga “é uma iniciativa para todos os públicos”, sendo importante que o evento que decorrerá de 22 a 26 de Maio, “seja cada vez mais aberto a todo o tipo de interesses e de participantes”.
A directora do Museu Regional de Arqueologia D. Diogo de Sousa relevou a realização do colóquio ‘Bracara Augusta et Roma Puerita’ no Dia Internacional dos Museus para manifestar “gratidão para com todos os que nos têm acompanhado e têm feito” desta unidade cultural “um espaço cívico, de encontro e de conhecimento”.
Isabel Silva agradeceu “aos amigos e parceiros de sempre, particularmente ao Município de Braga”, já que “juntos têm conseguido fazer mais cidade”.
Confessou também aos investigadores que têm colaborado com o Museu Regional de Arqueologia e “à cidade de Braga que nos tem exigido sempre”, fazendo do D. Diogo de Sousa, “um lugar central”.

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