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Braga, quarta-feira

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Braga ultrapassa os 2000 casos de Covid-19

Braga

2020-10-14 às 06h00

Marlene Cerqueira Marlene Cerqueira

Concelho de Braga registava ontem 2012 casos confirmados de Covid-19. O número de casos activos na comunidade é agora de 359.

Braga ultrapassou ontem a barreira dos dois milhares de casos confirmados de Covid-19. De acordo com o ponto de situação elaborado pelas 17 horas de ontem, o concelho contava já com 2012 casos registados desde o início da pandemia.
Em vigilância activa estão ainda 615 bracarenses por terem tido contacto directo com alguém infectado pelo novo coronavírus.
Destaque para o número de recuperados que é agora de 1579, mais 94 do que há cerca de uma semana.

O número de óbitos, esse mantém-se nos 74, algo que acontece desde meados de Junho.
Contas feitas, o número de casos activos na comunidade é agora de 359.
Desde a quarta-feira da semana passada, há a registar 116 novos casos.
Estes são os dados disponibilizados pela autoridade de saúde local ao município bracarense. Percebe-se um aumento do número de casos, algo já expectável pelo evoluir da situação concelhia.

Canceladas celebrações nos cemitérios

O arcebispo de Braga anunciou anunciou que, nos dias 1 e 2 de Novembro, não serão permitidas romagens e procissões aos cemitérios nem celebrações comunitárias nesses espaços por causa da Covid-19.
Em mensagem publicada na página da Arquidiocese, D. Jorge pede às autarquias que os cemitérios “não sejam totalmente fechados” nesses dias, mas que se mantenha “alguma vigilância” para impedir concentrações.
O arcebispo refere que as celebrações comunitárias nos cemitérios ficam canceladas este ano, mas exorta os sacerdotes a passarem por lá, “sem avisos prévios, para que, pessoalmente e como pastores das comunidades, rezem por todas as pessoas falecidas”.

Da mesma forma, pede que também as pessoas o façam individualmente, desde que autorizadas pelas autoridades civis.
Defende que todo o mês de Novembro, em forma individual ou familiar, deveria ser aproveitado para frequentes visitas aos cemitérios, sem nunca cair em aglomerados.
Diz ainda que o aglomerado de familiares à volta das sepulturas “deve ser substituído pela revitalização de coisas já esquecidas e por novos hábitos que sublinhem as verdades em que acreditamos”.
Quanto às celebrações nas igrejas, D. Jorge aconselha a que sejam realizadas tendo em consideração a capacidade dos espaços e o cumprimento “escrupuloso” das orientações da DGS.


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