Correio do Minho

Braga,

Cabanelas ‘fervilhou’ durante os três dias da Agridoce
Paróquia de S. Pedro de Lomar abraça novo pároco

Cabanelas ‘fervilhou’ durante os três dias da Agridoce

Extraordinário concerto encerra Bienal Internacional de Flauta Transversal na Igreja do Mosteiro de S. Miguel de Refojos

Cávado

2018-09-04 às 12h35

Redacção

Feira de Agricultura e Doçaria deu a conhecer as potencialidades da freguesia, com destaque para a gastronomia. Houve oportunidade para provar sopa à lavrador e comer as célebres broas com carne.

Da venda de alimentos biológicos às compotas, passando pelos bolos caseiros, artesanato e vinho doce, não faltaram motivos de interesse para visitar, este fim-de-semana, a Agridoce - Feira de Agricultura e Doçaria que decorreu em Cabanelas. E foram muitos os que encheram o largo da igreja da freguesia, local onde decorreu o evento com um programa cultural extenso e repleto de iniciativas diferentes que atraíram milhares de pessoas. Este ano, o primeiro passeio de carros clássicos foi a novidade da iniciativa e o cortejo etnográfico o que mais público atraiu.

A gastronomia foi um dos pontos fortes e havia mulheres para dar conta do recado. Umas faziam a sopa à lavrador com potes antigos e outras confeccionavam as célebres broas com sardinhas e carne. Pelo espaço, eram muitas as pessoas que chegavam perto da zona dos animais para venda (vacas, cavalos, galinhas, coelhos e patos, entre outros) e que não hesitavam na hora de um registo fotográfico com os animais. A festa é para todos e os mais novos não foram esquecidos. Os insufláveis colocados no local fizeram as delícias da pequenada que irradiava felicidade.
A XII edição da feira abriu portas na sexta-feira com a participação animada das rusgas e prosseguiu, no sábado, com leque de iniciativas que duraram até à madrugada de domingo. A manhã começou com workshops, depois vieram variadas actividades de dança, jogos tradicionais e só terminou com a after party com DJ.

O domingo foi o dia grande e o maior destaque vai para o cortejo etnográfico. Antes de o desfile começar, o artista Tony Costa subiu ao palco para cantar alguns temas de música popular portuguesa. Apesar do calor exorbitante, o espectáculo musical foi bem-recebido pelo público.
Logo a seguir, veio o famoso cortejo etnográfico que representou mais de uma dezena de profissões ancestrais e que cativou a atenção da densa plateia. Dos mais jovens às pessoas com idade mais avançada, o desfile contou com indumentárias tradicionais e com a presença de diferentes instrumentos de trabalho de tempos passados. 
Na representação do barro, estavam três gerações que mostraram o empenho que o material precisa para ganhar forma.

Deixa o teu comentário

Usamos cookies para melhorar a experiência de navegação no nosso website. Ao continuar está a aceitar a política de cookies.

Registe-se ou faça login

Com a sessão iniciada poderá fazer download do jornal e poderá escolher a frequência com que recebe a nossa newsletter.




A 1ª página é sua personalize-a

Escolha as categorias que farão parte da sua página inicial.

Continuará a ver as manchetes com maior destaque.