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Desporto

2019-03-20 às 13h00

Redacção

Projecto ambicioso dos famalicenses do Cabeçudense que, depois de terem vencido a primeira fase do campeonato distrital sonham com o regresso às competições nacianais.

“Quando iniciámos a temporada foi logo nossa intenção subir de divisão.” É assim que Paulo Costa, presidente da equipa de futsal do Cabeçudense, recorda o início da presente temporada. Com a subida às competições nacionais no horizonte, o presidente do projecto afirma que o projecto foi planeado de modo a garantir estabilidade ao clube.
“O projecto já começou no ano passado, que foi um ano de consolidação, e este ano achámos que tínhamos as condições necessárias para subir de divisão. Até agora está tudo a correr bem”, prosseguiu.
O clube já conhece as andanças dos campeonatos nacionais, onde já esteve durante três temporadas. Paulo Costa garante que o objectivo foi sempre o regresso.
“Estivemos três anos na II Divisão e depois descemos para as competições distritais e foi uma fase complicada, andámos um pouco à deriva mas sempre soubemos que queríamos regressar às competições nacionais”, assegurou.
Depois de uma carreira enquanto jogador em que serviu clubes como o SC Braga, Ricardo Costa terminou a carreira no clube famalicense e é o actual treinador da equipa. Abraçou o projecto com o objectivo de devolver a equipa aos nacionais.
“Quando voltei enquanto treinador e abracei este projecto tinha o objectivo de, num espaço de dois anos, colocar a equipa no patamar onde já esteve, nas competições nacionais. Estamos dentro desse sonho mas ainda temos muitos jogos pela frente”, referiu.
Apesar do primeiro lugar alcançado na primeira fase do campeonato, Ricardo Costa acredita que a equipa podia ter sido melhor e lembrou que a margem de erro acabou.
“O objectivo foi conseguido. O balanço final da primeira fase, acho que poderia ter sido melhor. Mas a fase do erro esta a primeira fase, porque os oito primeiros passariam à fase final. Mas neste momento já não nos são permitidos erros”, atirou.
A alcançar sucesso enquanto treinador, Ricardo Costa recorda que o facto de ter estado do lado dos jogadores o ajuda a entendê-los.
“O facto de ter sido jogador é importante para o meu trabalho enquanto treinador, compreenddo muitas coisas. Mas o nosso maior segredo para o sucesso é a união”, assegurou.
A equipa famalicense tem um plantel constituido por jogadores maioritariamente do concelho de Famalicão e Júlio Coutinho, director desportivo, é também um dos responsáveis pela boa campanha da equipa.
“Estou satisfeito com a equipa. Temos o plantel que queríamos. Pena a lesão grave do Nélson Leitão, que não pode jogar mais esta época. No nosso plantel apenas três ou quatro atletas não são de Famalicão. Queremos a subida mas sabemos que vai ser difícil”, rematou.

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