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Calouste Gulbenkian premeia Bruno Costa

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Calouste Gulbenkian  premeia Bruno Costa

Ensino

2010-06-09 às 06h00

Patrícia Sousa Patrícia Sousa

Prémio Fundação Calouste Gulbenkian, através do Programa de Investigação na Fronteira das Ciências da Vida, foi entregue ontem ao investigador da Universidade do Minho, Bruno Costa.

O investigador do Instituto de Ciências da Vida e da Saúde (I.C.V.S.) da Escola de Ciências da Saúde (E.C.S.) da Universidade do Minho (U.M.), Bruno Costa, recebeu ontem o prémio da Fundação Calouste Gulbenkian, através do Programa de Investigação na Fronteira das Ciências da Vida.

‘O transcriptoma da homeoproteína oncogénica HOXA9 em glioblastomas humanos e células precursoras’ foi o projecto premiado, sendo atribuído 50 mil euros para apoiar directamente a realização de projectos de investigação associados a instituições e centros de investigação portugueses, com o objectivo de induzir, nos centros de excelência, a capacidade de apostar e arriscar nos investigadores mais jovens, em áreas de fronteira.

Depois do investigador Bruno Costa apresentar o projecto vencedor, o vice-reitor da U.M., Rui Vieira de Castro, e o administrador da Fundação Calouste Gulbenkian, Diogo Lucena, falaram da importância deste trabalho.
A U.M. procura “afirmar-se como uma universidade de investigação”, assegurou o vice-reitor, não descurando as outras vertentes, nomeadamente a do ensino. A ideia, acrescentou aquele responsável, é criar “um vínculo sólido entre as práticas de investigação e de ensino”.

E Rui Vieira de Castro disse que “70% das unidades de investigação da U.M. estão hoje classificadas com ‘muito bom’ e ‘excelente’”, admitindo que “é estimulante ver como uma unidade jovem (I.C.V.S.), composta por investigadores jovens, tem conseguido afirmar-se no plano nacional e internacional”. Sobre o prémio, o vice-reitor salientou o prestígio que dá a toda a instituição, dado que a U.M. se revê na atribuição do prémio. E foi mais longe: “a entrega deste prémio sinaliza o caminho para outros investigadores. O exemplo do Bruno deve ser seguido”.

Já o administrador da Fundação Calouste Gulbenkian lembrou que a fundação não é uma agência de financiamento, frisando que este programa, criado há três anos, visa estimular a criatividade dos jovens investigadores. E Diogo Lucena destacou, ainda, o apoio da escola e do instituto à investigação de Bruno Costa.

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