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Câmara de Barcelos aprova construção da segunda fase do estádio do Gil Vicente
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Câmara de Barcelos aprova construção da segunda fase do estádio do Gil Vicente

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Câmara de Barcelos aprova construção da segunda fase do estádio do Gil Vicente

Desporto

2020-05-25 às 06h00

Redacção Redacção

Autarquia autorizou e aprovou o arranque das obras de construção de dois novos campos de futebol relvados (um sintético e um natural) na parte norte do Estádio Cidade de Barcelos. Gil Vicente louva a decisão que vai permitir o crescimento do clube.

A construção da segunda fase do Estádio Cidade de Barcelos, onde joga o Gil Vicente, foi aprovada em 15 de Maio pela Câmara Municipal de Barcelos, anun- ciou ontem o actual nono classificado da I Liga.
“O Gil Vicente agradece à Câmara Municipal de Barcelos pela sensibilidade e visão de futuro para estes projectos, que vêm engrandecer o nome de Barcelos. Será um grande orgulho para os sócios e simpatizantes do Gil Vicente e para todos os barcelenses espalhados pelo mundo”, lê-se numa nota publicada nas redes sociais dos minhotos.
A empreitada contempla dois novos campos de treinos, um de relva natural e outro com piso sintético, a norte do recinto dos ‘galos’, acompanhados por uma bancada, num investimento que ronda os 1,9 milhões de euros e tem conclusão prevista entre o final de 2020 e o início de 2021, como explicou fonte dos gilistas.

“Na reunião de câmara foi aprovada a revisão do projecto de execução da construção de campos de treino no Complexo Desportivo de Barcelos, com o valor base de 1.844.448,98€, acrescido de IVA, e ordenada a elaboração das peças do procedimento de concurso público”, refere o executivo liderado pelo socialista Miguel Costa Gomes, em comunicado no site oficial na internet.
Aproveitando os balneários, o posto médico e a rouparia existentes na estrutura da bancada norte do Estádio Cidade de Barcelos, que costuma albergar os adeptos das equipas visitantes, o Gil Vicente pretende reunir nos terrenos cedidos pela autarquia os trabalhos da equipa profissional masculina, da formação feminina e dos escalões jovens.

Incluido no Complexo Desportivo de Barcelos, o recinto minhoto foi edificado pela edilidade na freguesia de Vila Boa e abriu em 30 de Maio de 2004, com capacidade para 12 mil espectadores, tendo substituído o citadino e mítico Estádio Adelino Ribeiro Novo e sido escolhido como um dos seis palcos nacionais a receber partidas do Europeu de Sub-21 em 2006.
Numa temporada marcada pelo regresso ao principal escalão do futebol luso, após uma reintegração administrativa a partir do Campeonato de Portugal, na sequência do famoso ‘caso Mateus’, os galos ocupam actualmente a nona posição da tabela classificativa, à entrada para as 10 jornadas finais, com os mesmos 30 pontos de Moreirense e Santa Clara e tendo 14 acima da zona de descida.

Após duas baterias de testes com resultados negativos ao novo coronavírus Covid-19, intercaladas com outras tantas semanas de trabalho individualizado em três relvados do concelho de Barcelos, o plantel gilista avançou na segunda-feira para treinos colectivos, repartido em três grupos que evoluíram nos tapetes dos estádios Cidade de Barcelos e Adelino Ribeiro Novo.
Alojado no primeiro patamar da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, o Estádio Cidade de Barcelos recebeu também ‘luz verde’ na passada quinta-feira para albergar a realização de partidas da retoma do campeonato nacional, que está agendada para o dia 3 de Junho, após indicações das autoridades regionais de saúde relacionadas com o reforço da sinalização das medidas de segurança.

Os minhotos vedaram ainda a passagem para uma sala próxima da zona técnica, de forma a poderem receber em Barcelos o Famalicão (26.ª jornada, em 9 de Junho), o lanterna-vermelha Desportivo das Aves (28.ª, no dia 21), o Rio Ave (30.ª, em 5 de Julho), o Tondela (32.ª, no dia 14) e o Paços de Ferreira (34.ª e última ronda, no dia 26).
O recinto do Gil Vicente também foi escolhido para acolher os cinco jogos caseiros da equipa do FC Famalicão, cujo reduto está alocado no patamar 3 da Liga de clubes, após a Direcção-Geral da Saúde ter sugerido o regresso dos jogos “no menor número possível de estádios”.
No plano de desconfinamento face à pandemia de Covid-19, o Governo autorizou a realização à porta fechada da totalidade dos 90 jogos da I Liga portuguesa, suspensa desde 12 de Março e que na altura era liderada pelo FC Porto, com um ponto de vantagem sobre o campeão em título, Benfica, e também da final da Taça de Portugal, que se vai disputar precisamente entre dragões e águias.

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