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Braga

2020-10-18 às 06h00

Marta Amaral Caldeira Marta Amaral Caldeira

Braga recebeu pela segunda vez o Festival Política Braga, que este ano trouxe a debate o tema do ‘Ambiente’, num apelo a um mundo mais sustentável que cabe desenhar a cada um de nós. Augusto Canário cantou no festival e inspirou a plateia.

O artista minhoto Augusto Canário e o amigo Cândido Miranda levaram, ontem, os tradicionais cantares ao desafio ao palco do Festival Política Braga - evento de intervenção que Braga acolheu nos últimos três dias no Centro de Juventude (CEJ), este ano com o objectivo maior de chamar a atenção para a causa ambiental e que homenageou também as tradições do Brasil.
Foi precisamente o tema do ‘Ambiente’ que Canário e Cândido cantaram no Festival Política de Braga, mostrando que os cantares ao desafio - arte ancestral da música mais popular e tradicional portuguesa - é também ‘intervencionista’ e serve muitas vezes, quando assume esse carácter mais político, para dizer o que vai bem ou vai mal na sociedade.
“Estou muito feliz por estar aqui no palco deste festival e foi mais um desafio aceite e é mais uma oportunidade de colocar os cantares ao desafio em espaços e lugares improváveis e quiçá uma abertura de caminhos para outros patamares ainda mais elevados como queremos fazer desta arte tradicional”, confessou o cantador ao ‘Correio do Minho’.
Foram vários os artistas, activistas e especialistas com trabalhos na área da defesa ambiental que passaram pelo evento, com destaque para o espectáculo da humorista Beatriz Costa, na sexta-feira à noite, que lotou o auditório do CEJ de Braga e que foi antecedido por uma performance do Tin.Bra.
Os temas da mobilidade urbana e da educação menstrual e da sua relação com o meio ambiente e sustentabilidade que se pretende doravante foram outros dos temas abordados durante o evento, que, nos quatro workshops que promoveu via on-line, contabilizou mais de 1600 pessoas na assistência e convidados do Brasil e Barcelona (Espanha).
Traçando um balanço muito positivo ao Festival Política Braga, o director artístico, Rui Oliveira Marques, destaca, ainda, a apresentação do Grupo de Danças Folclóricas da Associação UAI e do grupo Capoeira Sul da Bahia, que subiram ao palco do evento para mostrar o ‘carimbó’ - dança típica nordeste do Pará, a capoeira e o samba - performances apreciadas por muitos brasileiros, que fizeram questão de compor a plateia.
“A nossa grande missão é sempre agitar consciências e que as pessoas que participem neste festival saiam de cá a pensar naquilo que ouviram e viram”, assinala Rui Oliveira Marques, frisando que o Festival Política pretende, acima de tudo, “aproximar as pessoas da política, promovendo uma maior consciência também social, sobretudo nas gerações mais novas”. “Repensámos o evento para o contexto da pandemia e temos que continuar todos a trabalhar em prol de uma sociedade futura melhor e mais atenta”.

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