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Desporto

2020-07-30 às 06h00

Joana Russo Belo Joana Russo Belo

Carlos Carvalhal apresentado como novo treinador do SC Braga. Técnico feliz por regressar ao clube do coração. Confessa ter ADN Braga e promete futebol positivo para vencerem todos os jogos

O céu é o limite. Num discurso recheado de ambição, Carlos Carvalhal falou pela primeira vez como novo treinador do SC Braga, numa apresentação carregada de simbolismo e espírito positivo. Ao lado do presidente António Salvador, o técnico - que regressou a casa - confessou ter sido uma decisão fácil de tomar, apoiada pela família, e sustentada pela “paixão” braguista que lhe corre nas veias.

“Quando entro num clube visto a pele desse clube, incorporo os valores, tradições e ideias. Desta vez é mais simples, não vou vestir a pele, esta é a minha pele. O meu ADN é Braga. O futebol positivo que praticamos desde sempre, tem muito da minha passagem pelo ADN do Braga desde a minha formação, sempre com o culto de bom futebol, da técnica em relação à força e de tentar ganhar os jogos todos. Esse é o meu ADN e estou muito contente por voltar a casa”, destacou o treinador, lembrando o “crescimento” do clube e “diferença avassaladora” entre a última passagem em 2006/07 e o momento actual.

Questionado sobre o regresso , Carvalhal confessou não gostar “de trabalhos incompletos”: “sinto que tenho trabalho para fazer aqui, por toda a minha história neste clube. Foi uma decisão muito fácil de tomar”.
Quanto às metas, o treinador garante que vão lutar em todos os jogos pela vitória e promete futebol positivo.

“Hoje em dia temos de dar respostas rápidas. Primeiro queremos formatar o plantel, fazer um plantel competitivo, onde os jogadores se sintam cómodos, por um lado, e incómodos por outro. Temos de modelar a equipa em função das nossas ideias. Sabemos como queremos jogar, o grau de dificuldade será em função da resposta que os jogadores e a equipa me possam dar. Mas não há segredos, vamos preparar a equipa para ganhar o primeiro jogo, depois o segundo. Não queremos ganhar de qualquer forma, queremos praticar bom futebol”, sublinhou, admitindo que “têm uma proposta ousada” para lançar o repto aos jogadores para “saltarem de nível” e “serem melhores”.
“Sabemos que vamos fazer com que as nossas equipas joguem bem e ganhem. Temos é que fazer com que os jogadores aceitem a nossa proposta e sigam as nossas ideias. Conseguindo isso, o céu é o limite”.

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