Correio do Minho

Braga, terça-feira

- +
Carvalhal: “Satisfação de ter batido a pontuação do ano passado não é nenhuma”
Oliveira S. Mateus: Da riqueza textil e passado senhorial ao dia-a-dia de comércio

Carvalhal: “Satisfação de ter batido a pontuação do ano passado não é nenhuma”

Santuário da Senhora da Abadia recupera esplendor de outros tempos

Carvalhal: “Satisfação de ter batido a pontuação do ano passado não é nenhuma”

Desporto

2021-05-10 às 06h00

Joana Russo Belo Joana Russo Belo

Carlos Carvalhal não escondeu a frustração pelo empate e pelo ciclo que a equipa atravessa nesta recta final. Técnico mostrou-se satisfeito pelo que produziram, mas lamenta falta de eficácia.

O passo, diz Carvalhal, já foi enorme em relação ao último jogo. Mas o técnico não conseguiu esconder a frustração pelo actual momento da equipa arsenalista: o empate em Barcelos ditou o adeus em definitivo ao pódio da I Liga - onde o SC Braga passou grande parte da época instalado - aos milhões da Champions, num ciclo bem longe do proposto, com quatro jogos sem vencer e o segundo empate consecutivo depois de duas derrotas. Fica apenas o registo dos 60 pontos, uma das metas traçada pela equipa.

“A satisfação de ter batido a pontuação do ano passado não é nenhuma, com toda a sinceridade. É apenas um marco, uma pontuação, era um objectivo de curto prazo, porque o nosso objectivo era tentar andar mais acima. Para se dar saltos nas equipas e nos clubes há barreiras que têm de ser superadas. O SC Braga, nas últimas dez épocas, não terminou bem em nove, quando isso acontece passa a ser cultural e temos de superar essas barreiras para darmos o passo que nos coloque ao nível das melhores equipas. Ganhar e terminar bem a época era o nosso objectivo. Temos ainda dois jogos e vamos apostar nisso e na Taça de Portugal, temos ambição de a ganhar”, sublinhou o técnico, acrescentando que em caso de vitória na prova rainha, “pode ser uma das épocas douradas do SC Braga”.

Quanto ao jogo, Carvalhal mostrou-se satisfeito pelo que produziram, contudo, volta a lamentar a ineficácia. “Uma parte muito boa, de grande nível, com oportunidades, com controlo de jogo, a suster as transições do adversário, com oportunidades, fizemos um golo, podíamos ter marcado mais nesse período e, na primeira vez que o Gil Vicente foi à nossa baliza na primeira parte, acaba por conseguir o golo. Nós tivemos as despesas do jogo, o jogo perfeitamente controlado e na segunda parte, as oportunidades também foram aparecendo e não foram assim tão poucas, contra um Gil Vicente que defende bem é das equipas em Portugal que melhor se organiza defensivamente. Conseguimos fazer tudo para vencer, apenas pecámos por não conseguirmos concretizar as oportunidades que tivemos”, analisou o treinador, considerando uma enorme diferença face ao último jogo “na atitude, entrega, capacidade de pressão e circulação de bola”.

“Uma transfiguração total com a equipa mais perto do que queremos. Está a faltar-nos concretizar o que estamos a construir. Demos um passo enorme relativamente ao último jogo. Aspiramos no próximo jogo com o Moreirense dar sequência a isto e concretizar o que custa tanto a construir. Demos um passo em frente, mas agora temos de dar um maior ainda para terminarmos bem o campeonato”, rematou Carvalhal.

Deixa o teu comentário

Usamos cookies para melhorar a experiência de navegação no nosso website. Ao continuar está a aceitar a política de cookies.

Registe-se ou faça login

Com a sessão iniciada poderá fazer download do jornal e poderá escolher a frequência com que recebe a nossa newsletter.




A 1ª página é sua personalize-a

Escolha as categorias que farão parte da sua página inicial.

Continuará a ver as manchetes com maior destaque.

Bem-vindo ao Correio do Minho
Permita anúncios no nosso website

Parece que está a utilizar um bloqueador de anúncios.
Utilizamos a publicidade para ajudar a financiar o nosso website.

Permitir anúncios na Antena Minho