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CDS-PP apela à CCDR-Norte  para reclamar investimento

Braga

2020-10-16 às 06h00

Marta Amaral Caldeira Marta Amaral Caldeira

Altino Bessa, presidente da Concelhia de Braga do CDS-PP apela ao novo presidente da CCDR-Norte para ajudar o Minho a resgatar investimentos.

A ligação ferroviária entre o Minho e a Galiza são uma prioridade para o CDS-PP de Braga, que quer ver a ‘andar’ a ligação ferroviária Braga-Vigo e retomada a ligação ferroviária Porto-Vigo. Altino Bessa, presidente da concelhia de Braga do CDS-PP, vem a público criticar o Programa Nacional de Investimentos (PNI) 2030 pela “falta de investimento” na ferrovia da área do Cávado e do Ave e acusa o governo de “centralismo desmedido”, a favor apenas de Lisboa e do Porto. Os centristas apelam ao recém-eleito presidente da CCDR-Norte, António Cunha, para que intervenha e combata as desigualdades de investimento regionais.
“Considero que este seja um desafio para o presidente da CCDR-Norte na medida em que acredito que um dos seus intentos será o combate a tais desigualdades”.

Apontando que o PNI se pauta “por falta de equitatividade territorial, conduzindo a uma série de assimetrias que não podem ser admissíveis”, Altino Bessa diz que este “centralismo desmedido” tem sido prejudicado muito o território minhoto.
“O PNI 2030 tinha que reflectir um amplo consenso em torno de prioridades de investimentos infraestruturais nos sectores da mobilidade e transportes, ambiente e energia, imprescindível para o desenvolvimento colectivo e para a coesão territorial e social do país. Ora, sendo que nenhuma intervenção/melhoria está prevista para Braga e rede Quadrilátero Urbano - Braga, Barcelos, Guimarães e Famalicão - só podemos concluir que o território não é olhado de igual forma”, critica.

“Enceta-se uma melhoria na linha do Norte que pára no Porto? A melhoria não abrange Braga porquê? Esta e outras questões têm quer ser discutidas no sentido de reivindicarmos as mesmas condições de investimento para a região do Minho. Sendo que o investimento na ferrovia faz parte do futuro”, assevera.

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