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CEC: Operadores turísticos sem “pacotes” especiais
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CEC: Operadores turísticos sem “pacotes” especiais

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CEC: Operadores turísticos sem “pacotes” especiais

Vale do Ave

2012-01-15 às 06h00

Redacção Redacção

Ainda sem “pacotes” turísticos alusivos à Capital Europeia da Cultura, os operadores turísticos admitem estar a trabalhar neles. Comércio, hotelaria e restauração têm grandes expectativas do evento.

Citação

A Capital Europeia da Cultura (CEC) Guimarães 2012 arranca no próximo dia 21 sem que os principais operadores turísticos tenham ainda “pacotes” turísticos alusivos ao evento mas, na hotelaria, restauração e comércio, as expectativas estão “lá em cima”.
A apenas oito dias da primeira noite de espectáculos, dois dos maiores operadores turísticos do país disseram “não ter ainda no terreno nada preparado especificamente no âmbito da CEC 2012”.
A ‘agência Abreu’ afirmou estar a “finalizar” a planificação de oferta para o evento, “a divulgar interna e externamente”, remetendo o anúncio de novidades para breve.
Também a ‘Top Atlântico’ admitiu que, “neste momento”, não tem nenhuma “oferta estruturada de forma objectiva” para Guimarães enquanto CEC.
Apesar da falta de oferta por parte das agências de viagens, no sector hoteleiro, na restauração e no comércio, 2012 é encarado como uma “grande oportunidade” de negócio.
“Os nossos associados, pelo que nos temos apercebido, estão com as expectativas lá em cima para o ano da CEC 2012”, revelou o presidente da Associação Comercial e Industrial de Guimarães (ACIG), Carlos Teixeira.
Segundo este responsável, “os comerciantes começaram a preparar-se para este ano mal se soube que Guimarães seria CEC”, há cerca de três anos.
Esta preparação, explanou, incluiu “uma série de formações a nível de acolhimento de clientes, línguas, novas formas de gestão e até de apresentação das lojas”.
Nos estabelecimentos de restauração do centro histórico vimaranense, o discurso de antecipação do ano de 2012 tem uma ideia unânime: “há uma clara oportunidade de negócio que é preciso aproveitar”.
Os empresários da restauração admitem “alargar os horários de funcionamento” adaptando-os ao fluxo de programação da CEC e podem vir a “adaptar a oferta de produtos reforçando os produtos tradicionais.

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