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Centenas admiram relíquias oferecidas  à Sra. do Sameiro

Braga

2021-05-03 às 06h00

Marta Amaral Caldeira Marta Amaral Caldeira

Muitos fiéis regressaram ontem à Basílica do Sameiro para venerar a Senhora e ver exposição.

O jovem casal Isa e André, de Leiria, foi dos primeiros a entrar, ontem, ao início da tarde, na Basílica do Sameiro para visitar a exposição das relíquias do tesouro do Santuário do Sameiro, em Braga, incluindo a coroa de ouro, diamantes e pedras preciosas oferecida pelas mulheres portuguesas a Nossa Senhora do Sameiro em 1904.
“Já tínhamos estado de visita a Braga no ano passado e decidimos voltar este ano, até porque também soubemos da eleição enquanto ‘Melhor Destino Europeu 2021’ e queríamos visitar muito mais coisas, nomeadamente o Bom Jesus, cujos escadórios fizemos questão de subir desta vez, e, claro, o Santuário do Sameiro”, contou o casal à reportagem do ‘Correio do Minho’ no final da visita à exposição ao público das relíquias de Nossa Senhora do Sameiro, que durante este mês de Maio, poderá ser visitada todos os domingos à tarde, entre as 14 e as 19 horas.

A abertura das portas da basílica acabou por atrasar meia hora e muitos visitantes e devotos da Senhora do Sameiro tiveram que esperar para poder entrar no local de culto de novo, muitos depois de algum tempo afastados devido ao confinamento imposto pela pandemia de Covid-19. Foi esse o caso de D. Maria José, que almoçou com a filha, o neto e o marido nas imediações e queria orar junto da Senhora do Sameiro. “Tenho muita fé em Nossa Senhora do Sameiro e, hoje, até tivemos direito a ver algumas das peças que lhe pertencem. São peças realmente belas”. Além da coroa em ouro, pode ser apreciada também a rosa de ouro oferecida pelo papa João Paulo II e a custódia em ouro oferecida pelos devotos.

Depois de as portas terem aberto, parecia uma romaria, com uma fila de pessoas até ao exterior da basílica para visitar de bem perto as relíquias expostas.
Abel Rocha e Abílio Lima, da Confraria de Nossa Senhora da Conceição do Monte Sameiro, indicam que esta exposição serve de “chamariz” para que os fiéis e devotos regressem ao Santuário do Sameiro depois do confinamento generalizado da população, uma iniciativa incluída também nas actuais comemorações dos 375 anos da coroação de Nossa Senhora pelo rei D. João IV.

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