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Centro já apoia 22 deficientes de vários concelhos com cuidados personalizados
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Centro já apoia 22 deficientes de vários concelhos com cuidados personalizados

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Centro já apoia 22 deficientes de vários concelhos com cuidados personalizados

Braga

2019-04-23 às 07h11

Lurdes Marques Lurdes Marques

Localizado na Póvoa de Lanhoso, presta apoio a pessoas com multidificiências através de um corpo de assistentes multidisci-plinar, chegando já a cidadãos dos concelhos de Braga, Póvoa de Lanhoso, Fafe, Guimarães, Cabceiras, Amares e Famalicão.

O Centro de Apoio à Vida Independente (CAVI) é direccionado a pessoas com deficiência de carácter permanente, certificada pelo Atestado de Incapacidade Multiuso ou Cartão de Deficiente das Forças Armadas, com grau de incapacidade igual ou superior a 60% e idade igual ou superior a 16 anos; pessoas com deficiência intelectual, pessoa com doença mental e pessoas com perturbação do espectro do Autismo, desde que tenham 16 ou mais anos de idade, independentemente do grau de incapacidade.
A assistência pessoal, trabalho profícuo e com excelentes resultados, começou em Março, estando a ser preparada uma segunda formação de assistentes pessoais a ser realizada já no mês de Maio.
Joana Branco, directora técnica e psicóloga do CAVI, lidera uma equipa que integra uma Técnica Superior de Serviço Social (Cátia Martins), uma Técnica Superior de Gestão (Catarina Silva) e uma Técnica Superior de Reabilitação Psicomotora (Sara Rodrigues). Neste momento, estão a ser apoiadas 22 pessoas portadoras de deficiência, dos concelhos de Braga, Guimarães, Fafe, Póvoa de Lanhoso, Cabeceiras de Basto, Amares e Vila Nova de Famalicão.
Domingos Silva, presidente da AADVDB, é um dos utentes do CAVI. Despindo a capa de presidente da instituição, afirma que este é um projecto que estava a fazer falta, contribuindo para a qualidade de vida dos portadores de deficiência. “Veio proporcionar-me uma maior independência, dar-me alguma liberdade, de poder ir a alguns locais que às vezes não tinha acesso pois não tinha quem me acompanhasse. Mas, acima de tudo, o mais importante disto e eu falo na deficiência visual, veio tirar alguma solidão que às vezes poderemos vir a ter ou temos”, declarou.
De momento, o maior apoio diz respeito a questões ligadas à higiene, alimentação, manutenção de saúde e cuidados pessoais. O cálculo do número de horas, como explicou Joana Branco, tem em conta factores como o grau de incapacidade e tipo de deficiência, situação familiar ou rendimentos. O apoio não tem qualquer custo para o utente.

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