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Centro urbano de Famalicão vai ter mais 300 árvores

Vale do Ave

2020-10-26 às 06h00

Patrícia Sousa Patrícia Sousa

Obras de reabilitação do centro urbano de Famalicão vão permitir mais do que duplicar a área arbórea. Apenas duas dezenas das árvores existentes serão abatidas pelo seu estado de conservação, enquanto que outras 67 serão transplantadas.

Obras de requalificação que estão a decorrer no centro urbano de Famalicão vão permitir mais do que duplicar a área arbórea. Estas novas árvores vão juntar-se às 116 existentes, sendo que 20 das árvores serão abatidas pelo seu estado de conservação e outras 67 serão transplantadas.
“Será um centro com uma mancha arbórea muito superior à existente, a que se juntará os vários ajardinamentos que se vão espalhar pelos 3000m2 de área de intervenção e que vai incluir ainda a recuperação da margem ribeirinha do Rio Pelhe, junto à antiga ponte românica, na extremo nascente Praça Mouzinho do Albuquerque”, informa, em comunicado, o Município de Famalicão.

Todo este plano esteve “pormenorizadamente disponível” para análise pública durante o período de consulta pública e foi “aberto e detalhadamente transmitido” aos famalicenses, tanto nas sessões públicas de esclarecimento organizadas como através da publicação de todos os documentos ao longo do processo no portal do município.
Sob o mote ‘Um novo Centro. Uma Nova Cidade’ as obras de reabilitação do centro urbano de Famalicão “implicam um dos maiores investimentos públicos de sempre na requalificação de um espaço público citadino famalicense”, lembra ainda o município na mesma nota, adiantando que a empreitada vai abranger todo o quarteirão urbano localizado entre as praças D. Maria II e Mouzinho de Albuquerque e ruas adjacentes, “dotando-as de mais e melhores zonas sociais e, simultaneamente, de mais espaços para peões e para os modos de transporte suaves”.

A melhoria da qualidade de vida das populações residentes, uma maior atractividade da cidade, o reforço da rede pedonal e ciclável complementada com o uso de transportes públicos, a melhoria ambiental e a qualificação dos espaços de utilização pública são os objectivos pretendidos.
De destacar que a empreitada tem comparticipação do Norte 2020, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).

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