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Ciclo de Música de Câmara é ‘catalisador’ da arte em tempos de pandemia
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Ciclo de Música de Câmara é ‘catalisador’ da arte em tempos de pandemia

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Ciclo de Música de Câmara é ‘catalisador’ da arte em tempos de pandemia

Braga

2020-09-30 às 19h19

Redacção Redacção

De 10 de Outubro a 30 de Dezembro na Basílica dos Congregados

“A arte é o catalisador da esperança em tempos de crise”. Este é o mote para o Ciclo de Música de Câmara que arranca a 10 de Outubro e prolonga-se até 30 de Dezembro. Com sete concertos únicos, o evento terá como palco a Basílica dos Congregados, em Braga, e resulta do ajustamento do protocolo entre o Município de Braga e a Associação Cultural Suonart – de promoção do património musical nas freguesias do Concelho –, entretanto interrompido devido à pandemia.

“Este evento é fruto da grande colaboração e proximidade que existe entre o Município e a comunidade e que facilita a criação de sinergias com o intuito de ‘fazer acontecer’. Porque acreditamos que em tempos de crise a arte deve ser um estímulo de esperança para todos, não deixamos de celebrar este protocolo que agora é reconvertido neste ciclo de excelência”, referiu esta Quarta-feira Lídia Dias, vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Braga.

Contando com o apoio da Basílica dos Congregados, da rádio Antena 2 e com a colaboração do Departamento de Música da Universidade do Minho, o ciclo terá uma dimensão pedagógica, dada a participação dos alunos da Licenciatura em Música, e também patrimonial, uma vez que se realiza numa das principais obras de André Soares, que este ano se comemora.

Os concertos previstos, com direcção artística de Miguel Simões, integram um repertório instrumental que abarca diferentes períodos da história da música, contando com conceituados intérpretes internacionais aos quais se juntam jovens músicos com ligação à cidade de Braga em diversas formações, designadamente trio com piano, sexteto de cordas, quinteto com clarinete entre outros.

Durante a apresentação, contou também com a presença de Paulo Terroso, reitor da Basílica dos Congregados, Miguel Simões explicou que houve uma alteração ao programa inicialmente previsto e que se prende com o concerto de abertura. Assim, em virtude da situação pandémica no país de residência do artista, o violoncelista Gary Hoffman não poderá participar no concerto do dia 10 de Outubro. Em seu lugar o evento contará com a presença do violoncelista Kyril Zlotnikov.

Os concertos vão realizar-se às Sextas ou Sábados, pelas 19h00, e terão entrada livre com acesso limitado a 76 lugares sentados, de acordo com as regras da DGS para a Basílica dos Congregados. Os bilhetes deverão ser levantados no local durante a semana que antecede o concerto.

:: Programa ::

· 10 de Outubro – Sextetos de Cordas (Obras de J. Brahms e P TchaiKovsky)

· 17 de Outubro – Quintetos de Clarinete (Obras de W. A. Mozart e J. Brahms)

· 31 de Outubro – Trios com Piano (Obras de L. van Beethoven e J. Brahms)

· 13 de Novembro – Recital de Órgão (Obras de J.S. Bach, G. Tartini e G. Rosa)

· 27 de Novembro – Camerata de Cordas da UMinho (Obras de C.P. Bach, J.S. Bach e A. Vivaldi)

· 17 de Dezembro – Comemoração dos 250 anos do nascimento de Beethoven

· 30 de Dezembro – Octetos de Cordas (Obras de F. Mendelssohn e D. Shostakovich)

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