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Cirurgias “prioritárias e muito prioritárias” acauteladas no SNS
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Cirurgias “prioritárias e muito prioritárias” acauteladas no SNS

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Cirurgias “prioritárias e muito prioritárias” acauteladas no SNS

Nacional

2020-04-06 às 06h00

Redacção Redacção

A garantia é da ministra da saúde, Marta Temido, asseverando que os vales cirúrgicos para o sector privado também “não foram suspensos”.

A ministra da Saúde garantiu que as cirurgias “prioritárias e muito prioritárias”, nomeadamente as oncológicas, continuam a ter resposta no Serviço Nacional de Saúde (SNS) e que os vales cirúrgicos emitidos para o sector privado “não foram suspensos”.
Na conferência de imprensa realizada diariamente na Direcção--Geral da Saúde, Marta Temido foi questionada sobre relatos de adiamento de cirurgias urgentes, nomeadamente na área da oncologia, e relembrou o despacho que fez a 16 de março sobre a remarcação de cirurgias, mas apenas para casos não urgentes, devido à pandemia da covid-19.“Em 16 de Março foi determinado que as intervenções cirúrgicas que não fossem consideradas clinicamente urgentes e muito urgentes poderiam ser, em função da avaliação da instituição, da direcção clínica, e naturalmente da decisão clínica para cada doente, remarcadas e adiadas para uma data posterior”, disse a ministra.

Marta Temido afirmou que esta orientação procurou “precaver que a capacidade de resposta do SNS ficaria preservada para os casos mais urgentes”, continuando a ter resposta no SNS as situações de doentes “prioritários e muitos prioritários”.
“É muito importante referir que os vales cirúrgicos emitidos para o sector privado, para sector convencionado, não foram suspensos. Aquilo que é a resposta que o setor com o qual o SNS se articula está preservada, desde que essas instituições permaneçam a funcionar na medida em que são tendencialmente instituições menos afectados pela covid-19”, frisou.

Marta Temido acrescentou que esta situação é idêntica para os meios complementares de diagnósticos e de terapêutica.
“No mesmo despacho também é dada uma orientação para que os meios complementares de diagnóstico e de terapêutica, que não correspondem a situações urgentes, possam ser remarcados”, disse, frisando que abrange as situações de eventual rastreio.

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