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Desporto

2021-05-13 às 06h00

Carlos Costinha Sousa Carlos Costinha Sousa

HC Braga terminou mais uma temporada com um balanço que acaba por ser positivo, mediante as contingências do ano desportivo. Presidente Luís Botelho quer, no entanto, uma nova época que permita lançar o clube para outros voos.

Uma época que se pode considerar positiva, apesar de os objectivos que foram traçados no início da temporada 2020/2021 serem bem diferentes daqueles que acabaram por ser concretizados.
O Hóquei Clube de Braga garantiu a permanência na I Divisão Nacional do hoquei patinado português e, no fundo, esse acaba por ser o objectivo primeiro de todas as equipas que disputam esta competição. Obviamente que os pergaminhos do clube e a ambição e determinação de toda a equipa de trabalho já obrigaram a apontar para outros voos mas, para tal, é preciso que também todas as contingências ajudem.
E não foi o que aconteceu na temporada que recentemente terminou e que já começou de forma diferente do habitual, por nos encontrarmos a viver em pandemia. Mesmo assim, e como refere Luís Botelho, o presidente da direcção da instituição, o HC Braga almejava, em 2020/2021, “andar na luta por um dos seis primeiros lugares no campeonato nacional, ir o mais longe possível na Taça de Portugal e, a nível europeu, apontavamos à participação na final da Taça CERS e mesmo à vitória nesta prova”.
No entanto, todos estes objectivos acabaram por ser gorados. E nenhum deles concretamente por culpa própria.
A Taça de Portugal e a Taça CERS acabaram por ser canceladas. Quanto ao campeonato nacional, a equipa acabou por começar mal a prova, por culpa da pandemia de Covid-19.
“Foi um ano desportivo muito atípico. Fizemos uma pré-temporada praticamente normal, cumprindo sempre as orientações da Direcção-Geral da Saúde, mas quando começámos o campeonato... fomos afectados pelo vírus. Toda a estrutura do clube foi afectada, desde treinadores, atletas a dirigentes. Isso obrigou-nos a parar completamente durante três semanas. Acabou por ser falta para nós, logo no início da época. Para além de nos atrasar completamente no ritmo da equipa, depois obrigou a adiar jogos que, mais tarde, tivemos que acumular com outros”, considera o dirigente desportivo, lembrando que no mês de Novembro, por exemplo, a equipa realizou dez jogos: “Novembro foi penoso. Os nossos jogadores não são profissionais. A maioria deles estuda, outros trabalham... Têm uma dedicação ímpar, isso é verdade, e estão sempre disponíveis. Mas uma coisa é fazer 4 ou 5 jogos por mês e outra é fazer 10. Tudo isso acabou por afectar muito a temporada e levou a mudanças na equipa técnica”.
Hugo Azevedo acabou por abandonar o comando técnico da equipa no final da primeira volta do campeonato, vítima dos resultados que a equipa estava a registar. Para o substituir chegou o experiente Tó Neves.

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