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Câmara de Braga aposta no “diálogo” para Eco-Parque das Sete Fontes
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Câmara de Braga aposta no “diálogo” para Eco-Parque das Sete Fontes

Braga

2020-01-14 às 06h00

Marta Amaral Caldeira Marta Amaral Caldeira

O Plano de Urbanização das Sete Fontes foi prorrogado por mais nove meses na perspectiva de que durante este tempo todas as entidades competentes dêem o seu aval à concretização do Eco-Parque.

O Plano de Urbanização das Sete Fontes foi prorrogado por mais nove meses, ontem, pelo executivo municipal bracarense, liderado por Ricardo Rio. O vereador do Urbanismo, Miguel Bandeira, adianta que o projecto está praticamente concluído “do ponto de vista formal e técnico” e que irá ser divulgado ao pormenor na apresentação pública que está agendada para o próximo dia 8 de Fevereiro. A oposição critica os “sucessivos adiamentos” do projecto.
Miguel Bandeira esclarece que a prorrogação do prazo resulta “da complexidade” do projecto, com várias relações externas para gerir e que necessita também do aval de várias entidades à alteração ao Plano Director Municipal para a construção do Eco-Parque das Sete Fontes, desde logo do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, da Direcção Regional de Cultura do Norte, da CCDR-Norte, entre outras, que são “criteriosas” na análise dos processos.

A alteração em PDM tem várias implicações, contemplando, por exemplo, uma área de construção (na bordadura), bem como de florestação e reflorestação, nomeadamente de sobreiros, além de outras questões que têm ser acauteladas como o Plano de ruído, o plano hidrográfico ou a homologação da cartografia. O vereador do Urbanismo da Câmara de Braga avança que o Plano de Urbanização que vai entrar dentro de algum tempo em discussão pública já será acompanhado de acordos com os proprietários, que possibilitarão o arranque dos trabalhos, até porque o projecto terá a sua execução por fases e por sectores.

“Temos uma grande expectativa quanto ao Ministério da Saúde, por via da cedência de terrenos do Hospital de Braga” para o projecto do Eco-Parque das Sete Fontes, garantiu o vereador, respondendo ao vereador do PS, Artur Feio, que disse que não havia qualquer acordo com a unidade hospitalar. O presidente da Câmara de Braga interveio e afirmou que “não há um acordo” formal, mas que também não há qualquer objecção nem agora, nem no passado.
O vereador do Urbanismo garante que a Câmara de Braga está a gerir o processo de “boa fé” e de uma forma “dialogante” com todas as partes envolvidas, indicando que ao nível dos proprietários “há uns mais abertos do que outros” e que “há casos praticamente encerrados” que aguardam só a transferência de propriedade. Bandeira garantiu que a expropriação será sempre o “último” dos recursos e que se um dia chegar a acontecer será apenas em prol do “interesse público”.
Carlos Almeida, vereador da CDU, manifestou “preocupação” com o arrastamento do processo, considerando que o Eco-Parque das Sete Fontes é um projecto pelo qual os bracarenses anseiam “há muito”.

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