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Coligação PSD - CDS/PP volta a unir forças para disputar autárquicas em Famalicão
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Coligação PSD - CDS/PP volta a unir forças para disputar autárquicas em Famalicão

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Coligação PSD - CDS/PP volta a unir forças para disputar autárquicas em Famalicão

Vale do Ave

2021-04-20 às 06h00

Marta Amaral Caldeira Marta Amaral Caldeira

‘Mais acção. Mais Famalicão’: PSD e CDS/PP voltam a unir as duas forças políticas para disputar as eleições autárquicas 2021 em Famalicão. O acordo entre os dois partidos foi assinado, ontem, por Paulo Cunha (PSD) e Ricardo Mendes (CDS/PP).

Ainda sem o anúncio de uma recandidatura de Paulo Cunha, actual presidente da Câmara de Vila Nova de Famalicão, os par- tidos do PSD-CDS/PP formalizaram, ontem, no Hotel Moutados, o acordo de coligação para as eleições autárquicas 2021, sob o lema ‘Mais Acção. Mais Famalicão’ e com o objectivo que “Famalicão continue no caminho de sucesso”.
O acordo entre as duas forças partidárias voltou, ontem, a ser firmado pelo actual presidente da Câmara de Famalicão, Paulo Cunha (PSD) e pelo vice-presidente da autarquia, Ricardo Mendes (CDS/PP), dando continuidade à coligação ‘Mais Acção. Mais Famalicão’, iniciada já em 2001 e que, desde então, tem ditado a vitória à direita na gestão da Câmara Municipal de Famalicão.
Sem avançar ainda com a candidatura a um terceiro mandato, Paulo Cunha disse-se, neste momento, “focado” no combate à pandemia de Covid-19, assinalando que esta luta está a ser travada há mais de um ano, “sem que nenhuma outra área de governabilidade fique para trás” e remetendo esse anúncio para um futuro próximo.
“Hoje, Famalicão está no topo dos concelhos em Portugal no modelo de governação e dos resultados. Somos um concelho cada vez mais ambicioso e cada vez mais exigente e estes dois partidos - PSD-CDS/PP - querem que essa ambição e exigência se mantenha, sem recuos ou dúvidas acerca do caminho a seguir”, defendeu Paulo Cunha, justificando que o acordo entre os dois partidos tem um só objectivo: “continuar a dar soluções para o governo da comunidade”, partilhando o mesmo “projecto político”.
Paulo Cunha disse que tanto o PSD como o CDS/PP têm o mesmo propósito de ter nas listas à Câmara e Assembleia Municipal e às Assembleias e Juntas de Freguesia, “as pessoas que dão garantias de responsabilidade no exercício das funções e que tenham uma vontade férrea de implementar medidas ajustadas aos pergaminhos do concelho de Famalicão”.
Enaltecendo a “trajectória” que o concelho famalicense tem vindo a trilhar nos últimos anos, Paulo Cunha confessou ser “reconfortante” ouvir falar bem de Famalicão em vários palcos e ver que outros municípios replicam o seu exemplo em várias áreas - indicando que este é também “um sinal da nossa boa governação”.
Paulo Cunha defendeu também ser necessária “uma grande capacidade de auscultação” para ouvir as pessoas, as suas ideias e as suas propostas, convidando todos os famalicenses a partilhar com a coligação ‘Mais Acção. Mais Famalicão’ “os sonhos, expectativas e disponibilidades”.
“Este acordo de coligação entre o PSD e CDS/PP é apenas o ‘tiro de partida’ até ao acto eleitoral onde será avaliada a nossa boa governação, mas também as nossas propostas para o futuro”, disse Paulo Cunha, frisando que “Famalicão tem estado em boas mãos e no sentido de uma governação ajustada” e que, nos últimos actos eleitorais, houve até “um reforço” do apoio à coligação, que quer continuidade “no trabalho, na audácia, no arrojo e na capacidade de estar sempre na linha da frente e, acima de tudo, de criar condições para que sejamos confiáveis”, asseverou, agradecendo aos famalicenses “os sucessivos votos de confiança nesta coligação”.
Ricardo Mendes, do CDS/PP de Famalicão, destacou que a coligação PSD-CDS/PP - ‘Mais Acção. Mais Famalicão’ - tem sido “a solução politicamente mais competente”, valorizando o trabalho levado a cabo pelo autarca Paulo Cunha no concelho famalicense “com realizações infra-estruturais e imateriais”, que, a seu ver, significaram também “uma mudança de paradigma”, sobretudo pelo empenho para responder às necessidades da comunidade local e no apoio ao tecido económico e empresarial. O responsável garantiu, ainda, que “o projecto político municipal de Paulo Cunha foi quase todo cumprido na sua globalidade”.

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