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Comércio do Vale do Homem pede mais medidas de apoio

Cávado

2020-11-16 às 12h23

Redacção Redacção

Associação Empresarial do Vale do Homem está preocupada com impacto do estado de emergência no comércio local e articula medidas de apoio com autarquias para minorar prejuízos.

A Associação Empresarial do Vale do Homem (AEVH) mostrou preocupação com o impacto negativo das medidas decretadas pelo Governo para o último e o próximo fins-de-semana nos sectores do comércio, restauração e serviços, incluindo o alojamento local.
“Não entendemos o nível de restrição imposto, quando se afigura que a maioria dos contágios que têm sido assinalados nos últimos tempos estão identificados como provenientes do seio familiar e de convívios em meio familiar, ou do género”, assinalou o presidente da AEVH, José Manuel Lopes, que considerou as restrições de horário de funcionamento daqueles estabelecimentos “mais um enorme “rombo” para a economia local e para a sobrevivência de muitos espaços do comércio de proximidade”. O dirigente empresarial teme que as medidas “vão disparar o encerramento de inúmeros espaços de comércio e lançar no desemprego muitos trabalhadores destes sectores”.

Para José Manuel Lopes, “o Governo volta a “sacrificar” os mesmos nesta nova fase do estado de emergência, sabendo-se, de antemão, que a generalidade dos espaços de comércio, serviços e restauração têm sido exemplares na implementação das medidas de prevenção, com resultados genericamente positivos”.
Entretanto, a AEVH está a concertar com as câmaras municipais deAmares, Terras de Bouro e Vila Verde medidas de apoio concreto às empresas “para ajudar a minorar mais este impacto profundamente negativo na economia local”.
Desse pacote de medidas constam o alargamento do horário de funcionamento dos espaços comerciais e de serviços nos dias não abrangidos pelo recolher obrigatório e a redução/isenção de tarifas de água, saneamento e resíduos sólidos durante o período de estado de emergência.

A atribuição de ‘vouchers’ de compras no comércio local aos funcionários municipais, no valor habitualmente atribuído à realização dos tradicionais convívios de Natal das câmaras municipais é também sugerida pela direcção da AEVH, a par do reforço da campanha de sensibilização ‘Compre cá – o comércio local tem!’ e a promoção de campanhas de Natal 2020 que ajudem à alavancagem das empresas de comércio, restauração, alojamento, eventos e serviços.
Em paralelo, a AEVH entende que o Governo deve “reforçar as medidas de apoio já anunciadas para estes sectores, para compensar tantos meses de perdas sucessivas de vendas, simplificando e alargando ao conjunto das micro, pequenas e médias empresas dos sectores afectados”.

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