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Comitiva arsenalista atacada na A7

Desporto

2020-07-11 às 21h10

Rui Miguel Graça Rui Miguel Graça

Arremesso de pedras “de grande dimensão”, “atiradas a partir da berma”, na auto-estrada A7, perto da saída para Guimarães Sul. “O futebol não pode ser um veículo de ódios”, refere o clube minhoto.

A comitiva do Sporting de Braga foi atacada após o jogo de sexta--feira, em Paços de Ferreira, da 31.ª jornada da I Liga de futebol, divulgou hoje o emblema minhoto.
“Por dever de denúncia pública, o SC Braga confirma as notícias que dão conta de que a sua comitiva foi atacada na viagem efectuada após a vitória em Paços de Ferreira. Apesar da escolta de batedores da GNR, as viaturas onde seguiam a equipa e os responsáveis do Clube foram apedrejadas na auto-estrada A7, já próximo da saída para Guimarães Sul. A comitiva – que incluía o autocarro, a viatura do presidente e um veículo de apoio – foi surpreendida com o arremesso de pedras de grande dimensão, atiradas a partir da berma e que por mera felicidade não resultaram em ferimentos que, dado o porte dos objectos e a velocidade a que seguiam as viaturas, poderiam revestir-se de enorme gravidade para os elementos que integravam a comitiva”, pode ler-se numa nota no site oficial do clube.

“Se a cobardia daqueles que levam a cabo tais ataques não pode sequer ser adjectivada, importa porém alertar consciências e tomar medidas de escrupulosa severidade para que tais atentados à vida humana não se repitam. O futebol não pode ser um veículo de ódios tão primários e de comportamentos criminosos, mas cabe às forças da autoridade a tomada de acções imediatas, evitando a todo o custo que chegue o dia em que lamentemos consequências mais dramáticas. Quem repetidamente age na impunidade e coloca em risco vidas alheias não pode ter lugar na nossa sociedade e deve ser encarado como uma séria ameaça à mesma e à segurança que todos prezamos, refere ainda o mesmo documento.

“O SC Braga já apresentou as devidas queixas policiais e acompanhará activamente este processo, que se espera exemplar e dissuasor de episódios futuros”, destaca ainda o emblema da capital minhota no seu site oficial.
O Sporting Clube de Braga goleou o Paços de Ferreira por 5-1 e manteve a quarta posição da I Liga, com 56 pontos, a três do Sporting, terceiro classificado, que recebeu e venceu o Santa Clara por 1-0.
Na próxima jornada, o Sporting Clube de Braga recebe no seu reduto o Belenenses, sendo que os leões vão deslocar-se ao terreno do Futebol Clube do Porto.
Recorde-se que as duas equipas estão separadas por três pontos na tabela classificativa, com vantagem para o Sporting, actual terceiro classificado.

Liga repudia “ataque cobarde” ao autocarro

A Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) repudiou hoje de “forma veemente”, o “ataque cobarde” ao autocarro do Sporting de Braga, após o jogo de sexta-feira, em Paços de Ferreira, da 31.ª jornada da I Liga de futebol.
“Este ataque ao autocarro bracarense é mais um inaceitável episódio de violência, perpetrado por um conjunto de criminosos sem rosto que mancham e envergonham todos aqueles que verdadeiramente amam este desporto”, refere o organismo em comunicado. “É fundamental que as entidades competentes possam, o mais rapidamente possível, identificar e punir exemplarmente os responsáveis por este ato bárbaro”, refere a LPFP, deixando uma palavra de forte solidariedade para com jogadores, ‘staff’ e dirigentes do Sporting de Braga.

Fernando Gomes condena "vil e chocante ataque"

O presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Fernando Gomes, condenou o “vil e chocante ataque” ao autocarro do Sporting de Braga.
“Uma equipa de futebol, os seus jogadores, treinadores, dirigentes e todos os restantes elementos de apoio, voltou a sofrer um cobarde ataque que felizmente não causou feridos graves. Desta vez, foi o Sporting Clube de Braga que viveu um pesadelo que poderia ter-se transformado numa tragédia”, refere Fernando Gomes, num comunicado no sítio da FPF. “Acredito que as autoridades irão encontrar os responsáveis por este ato bárbaro, mas insisto que o Estado deve actuar de forma enérgica e implacável”, refere Fernando Gomes.

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