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Computadores já estão nas escolas para apoiar alunos
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Computadores já estão nas escolas para apoiar alunos

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Computadores já estão nas escolas para apoiar alunos

Braga

2020-10-20 às 06h00

Marlene Cerqueira Marlene Cerqueira

Ricardo Rio revelou ontem que os dois mil computadores que a Câmara adquiriu já estão nas escolas e disponíveis para apoiar os alunos mais carenciados. Lembrou, porém, que esta era uma obrigação do Ministério.

Já estão nas escolas e à disposição dos alunos bracarenses os dois mil computadores que o Município de Braga adquiriu para garantir o acesso ao ensino à distância nos agregados mais carenciados. O investimento, na ordem dos 700 mil euros, foi assumido integralmente pela Câmara Municipal, que esperava contar com fundos comunitários para ser ressarcida, algo que não irá acontecer.
O tema foi trazido a debate na reunião de Câmara de ontem pelo vereador socialista, Artur Feio, que lembrou que a Câmara acabou por “concretizar uma proposta do PS que tinha chumbado em reunião do executivo”.
Ricardo Rio contrapôs e lembrou que a proposta só foi chumbada porque o PS não quis introduzir na mesma um considerando onde se assumia que a aquisição de computadores para as escolas é uma competência do Ministério da Educação e que o poder central devia ressarcir o investimento da autarquia nesse âmbito. O PS não acedeu a alterar a proposta, que acabou chumbada, mas a Câmara avançou com a compra do material informático para fazer face à necessidade eventual de implementar o ensino à distância devido à pandemia.
“Desde o início, dissemos que esta era uma responsabilidade directa do Ministério da Educação”, recordou Ricardo Rio, explicando que a autarquia decidiu avançar com a aquisição dos computadores depois de o Ministério da Educação ter avançado com a ideia de que iria ser aberta uma linha de financiamento, no âmbito das Comunidades Intermunicipais (CIM), para a compra dos computadores.
Braga “como vários outros municípios avançaram com o processo de aquisição” e “já com processo em curso, o Ministério da Educação retira as verbas das CIM para a Secretaria Geral de Educação e diz que vai avançar com um concurso próprio que ninguém sabe muito bem em que ponto está”.
A autarquia avançou na mesma com a compra dos computadores, sendo que o mais certo é não vir a ser ressarcida pelo investimento.
“O importante é que os computadores foram adquiridos e hoje estão na escola a apoiar quem deles necessita”, rematou Rio.
Para o vereador socialista este caso tem outra leitura e demonstra que “a Câmara não tinha disponibilidade para comprar os computadores se não fosse a ajuda do executivo central”.
“Por opção, o município nunca avançaria e o PS não pode aceitar esta falta de apoio às famílias mais carenciadas. Não estamos de acordo com esta forma de governar numa expectativa pouco séria”, referiu Artur Feio.

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