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Constituir o CEB como Laboratório Associado e renovar as instalações do Centro são os principais objetivos da nova direção
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Constituir o CEB como Laboratório Associado e renovar as instalações do Centro são os principais objetivos da nova direção

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 Constituir o CEB como Laboratório Associado e renovar as instalações do Centro são os principais objetivos da nova direção

Ensino

2020-02-12 às 15h15

Redacção Redacção

Direção foi eleita para um mandato de três anos e quer continuar a promover a excelência da investigação realizada numa das mais dinâmicas unidades de investigação do país

Constituir o Centro de Engenharia Biológica da UMinho como Laboratório Associado e renovar as instalações são os principais objetivos da nova direção do CEB, uma das maiores e mais relevantes infraestruturas de investigação desta Universidade, que acaba de tomar posse para um mandato de três anos. Com uma equipa de mais de 400 colaboradores, e a gerir um total de 58 projetos de investigação, o CEB viu três dos seus investigadores serem incluídos na lista dos mais citados em 2019.
A atuar nas áreas da biotecnologia e bioengenharia para os setores ambiental, da saúde, industrial e alimentar, o CEB – Centro de Engenharia Biológica – é um dos mais dinâmicos centros de investigação do país e tem vindo a crescer sustentadamente, alargando não só o número de investigadores, mas também de projetos de investigação.
Madalena Alves, recém-empossada diretora do CEB, define como uma das prioridades para este novo triénio “a constituição do centro como um Laboratório Associado, que terá capacidade de promover carreiras científicas ou técnicas próprias para doutorados”.
O estatuto de Laboratório Associado é concedido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior a instituições de investigação que são submetidas a um processo de avaliação e seleção e assumem o compromisso de cooperar, de forma estável, competente e eficaz, na prossecução de objetivos específicos ao nível científico e tecnológico nacional. O apoio financeiro contratualizado entre o Estado e os Laboratórios Associados, além de manter a componente comum a todas as unidades de investigação avaliadas que é o financiamento em função do resultado da avaliação, do número de doutorados e das recomendações dos avaliadores, também engloba despesas com a contratação de novos doutorados e técnicos de apoio à investigação.
Um segundo vetor programático da nova direção passa pela “requalificação e expansão dos atuais espaços”. A diretora do CEB afirma também que “um dos aspetos mais críticos é a necessidade de acesso a equipamentos e técnicas emergentes. Nesse sentido serão encontrados mecanismos de financiamento de novos equipamentos, de manutenção dos existentes e promoção do amplo usufruto de infraestruturas existentes, nas quais o CEB participa, ou outras relevantes”.
O Presidente da Escola de Engenharia da Universidade do Minho, Pedro Azeres, realçou no decorrer da cerimónia da Tomada de Posse que “o CEB aposta numa investigação de qualidade, e é um excelente exemplo de internacionalização, promovendo a competitividade da própria Universidade”.
Com um nível de produção científica muito elevado, a qualidade do CEB reflete-se no número de publicações, 400 no último ano, incluindo 300 artigos em revistas internacionais de qualidade, no número de patentes obtidas (28) e pelo facto de ter estado na origem, até ao momento, de 15 novas empresas (Spin-off). Pela elevada qualidade do trabalho realizado e resultados obtidos, tem vindo a alcançar, desde 2002, a classificação Excelente nas avaliações periódicas realizadas pela FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia, uma das principais entidades financiadoras em Portugal. Arrecada, anualmente, uma média de 5 milhões de euros de financiamento.
A colaboração com empresas e entidades internacionais também é um dos aspetos a destacar. No CEB, 40% dos projetos desenvolvidos têm fundos internacionais e atualmente alberga investigadores de 20 diferentes nacionalidades.

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