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Cursos de engenharia registam “crescente empregabilidade”
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Cursos de engenharia registam “crescente empregabilidade”

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Cursos de engenharia registam “crescente empregabilidade”

Ensino

2024-02-21 às 10h14

José Paulo Silva José Paulo Silva

Escola de Engenharia da Universidade do Minho está a promover ‘Dias do Emprego’. Ontem, 75 empresas apresentaram mais de três propostas de trabalho a estudantes e diplomados.

Citação

Os cursos da Escola de Engenharia da Universidade do Minho têm vindo a registar “uma crescente empregabilidade”, beneficiando de um “contexto de criação de muitos empregos de base tecnológica”, constatou ontem o presidente daquela unidade orgânica, na abertura do ‘Dia do Emprego - Tomorrow Needs You’, que juntou 75 empresas e instituições no Campus de Azurém.
Apesar da crescente procura pela formação superior em Engenharia, Pedro Arezes apontou áreas como a Têxtil e os Polímeros que, apesar da “grande empregabilidade”, apresentam-se menos atractivas aos estudantes.
“Temos dificuldade em fazer chegar essa imagem de empregabilidade à sociedade”, reconheceu o presidente da EEUM.

No caso da Engenharia Têxtil, Pedro Arezes revelou que os licenciados são “muito procurados” pelas empresas e também para projectos de investigação, numa área em grande transformação tecnológica, sendo que o curso continua associado a “ciclo negativos” pelos quais esta indústria passou.
“Nunca tivemos uma resposta negativa de empregabilidade por parte das empresas”, garantiu o presidente da EEUM, reconhecendo que, por vezes, é difícil “fazer a ponte entre a empregabilidade e a atractividade dos cursos”.
A presidência da Escola de Engenharia admite repensar a sua oferta formativa em algumas áreas, ressalvando que esse “exercício” tem de ser feito com regras definidas “ao nível da Universidade do Minho”.
“Alguma da formação de 1.º ciclo, de perfil estreito, que não tem atractividade” pode ser reajustada ao nível dos mestrados, antevê Pedro Arezes.

Com muito boa adesão à recente licenciatura em Engenharia Aeroespacial, não se prevê a criação de novos cursos de 1.º ciclo nos próximos tempos na EEUM.
Ao nível do 2.º e 3.º ciclos, a dinâmica é diferente, tendo sido iniciados este ano seis novos cursos de mestrado.
Sobre o Dia do Emprego da EEUM, o seu vice-presidente para a Interacção com a Sociedade, Raúl Fangueiro, considerou que o mesmo “permite a qualquer estudante dos três ciclos de estudos interagir com o tecido empresarial, facilitando a sua tomada de decisão no percurso académico e perspectivando o que o mercado espera dele”.

O conjunto alargado de empresas e instituições que participaram no evento apresentaram mais de três mil ofertas de emprego, sinal de que, assegura o presidente da EEUM, “a Engenharia está cada vez mais atractiva”.
Presentes na abertura do ‘Dia do Emprego da EEUM estiveram ontem o presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Domingos Bragança, bem como os vereadores Adelina Pinto Paulo Lopes Silva, a par dos vereadores das câmaras municipais de Braga e Vila Nova de Famalicão, Carla Sepúlveda e Augusto Lima, respectivamente.

Cerimónia de graduação acolhe debate sobre liderança e IA

A nave central do Campus de Azurém da Universidade do Minho acolhe, a partir das 16 horas de hoje, a cerimónia de graduação da Escola de Engenharia.
Tendo em conta que a inserção no mercado de trabalho é uma preocupação dos recém licenciados, a direcção da Escola de Engenharia convidou para darem o seu testemunho na cerimónia de graduação Ricardo Costa, CEO do grupo Bernardo Costa e presidente da Associação Empresarial do Minho, e Beatriz Oliveira, CEO da ‘BindTuning’ e antiga aluna da Escola de Engenharia.
Os dois vão abordar os temas liderança humanizada e ponte entre o ser humano e a inteligência artificial.
A Escola de Engenharia da Universidade do Minho, actualmente com oito mil alunos inscritos, teve, no último ano, quase mil diplomados de licenciatura e mestrado integrado, 300 de mestrado e 72 de doutoramento.
A maior Escola da Universidade do Minho oferece 15 licenciaturas, 38 mestrados e 22 curos de doutoramento.

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