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Custos do Instituto Cidade de Guimarães é desafio do I3Bs
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Custos do Instituto Cidade de Guimarães é desafio do I3Bs

Vale do Ave

2022-05-19 às 13h00

José Paulo Silva José Paulo Silva

Rui Reis foi ontem empossado presidente do I3Bs - Instituto de Investigação em Biomateriais, Biodegradáveis e Biomiméticos. Grupo de referência da Universidade do Minho prepara a duplicação da suas instalações no Ave Park.

Citação

Assegurar todos os custos de funcionamento do Instituto Cidade de Guimarães, o maior projecto do Roteiro Nacional de Infraestruturas Científicas Estraté- gicas, cujo edifício está em fase de conclusão no AvePark, é o grande desafio de Rui Reis, ontem empossado presidente do Instituto de Investigação em Biomateriais, Biodegradáveis e Biomiméticos (I3Bs), a primeira unidade orgânica da Universidade do Minho exclusivamente dedicada à investigação.
O novo edifício do Instituto Cidade de Guimarães, que será a base da ‘TERM Research Hub’ permitirá aumentar significativamente a capacidade do I3Bs na formação e investigação nas áreas dos novos materiais, libertação controlada de fármacos, engenharia de tecidos, medicina regenerativa, nanomedicina e isolamento e diferenciação de células estaminais.
“Teremos muito mais equipamento científico e vamos poder contratar mais pessoas”, sublinhou ontem Rui Reis, líder de uma equipa de 180 investigadores de vários países.
O edifício do Instituto Cidade de Guimarães está ligado ao da sede do I3Bs, que funciona desde 2008 no AvePark, nas Caldas da Taipas.
Novos laboratórios e outros espaços de trabalho permitirão melhorar a investigação nas áreas a que se dedica o I3Bs ao nível da nanotecnologia e dos recursos marinhos, exemplificou Rui Reis. O presidente do I3Bs informou que a entrada em funcionamento do Instituto Cidade de Guimarães está presa por “pequenos pormenores”.
Esta infraestrutura científica obteve um investimento europeiu de 10, 8 milhões de euros, a que se juntou uma comparticipação de 1, 2 milhões de euros da Câmara Municipal de Guimarães. No novo edifício funcionarão “grandes laboratórios para a cultura de células estaminais e outros na área da química”, adiantou Rui Reis, alertando que “a duplicação de custos de funcionamento obrigará o I3Bs “a ser mais competitivo em termos de financiamento”.
Nos últimos anos, este grupo de investigação garantiu oito dos 11 projectos da Universidade do Minho financiados pelo Conselho Europeu de Investigação.
Rui Reis continua a ser bastante crítico do modelo nacional de financiamento da investigação, afirmando que o mesmo “continua a ser baseado na distribuição de dinheiro para manter uma média de pessoas satisfeita e não em fazer concursos competitivos para que os melhores sejam financiados”.
Rui Reis está na expectativa de ver se a nova ministra da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Elvira Fortunato “vai fazer alguma coisa de diferente nesta matéria”.

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