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Deixe-se guiar pela história do santuário de Nossa Senhora do Sameiro
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Deixe-se guiar pela história do santuário de Nossa Senhora do Sameiro

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Deixe-se guiar pela história do santuário de Nossa Senhora do Sameiro

Braga

2020-02-23 às 06h00

Teresa M. Costa Teresa M. Costa

Livro de José Paulo Abreu, apresentado ontem, é um guia pela história e pela memória do santuário de Nossa Senhora do Sameiro e responde aos muitos pedidos, de devotos e turistas, que querem saber mais e levar um pouco deste espaço.

Sabia que o santuário de Nossa Senhora do Sameiro começou com uma pequena capela com 30 metros de comprimento e 18 metros de largura cuja primeira pedra foi lançada a 31 de Agosto de 1873? Esta e outras histórias são contadas por Paulo Abreu, o cónego que preside à Mesa Administrativa da Confraria de Nossa Senhora do Sameiro, no livro que ontem foi apresentado.
O primeiro livro completo sobre o santuário de Nossa Senhora do Sameiro foi apresentado pelo antigo ministro da Economia, Luís Braga da Cruz, que reconhece que ele preenche uma lacuna por promover um espaço onde a religiosidade e o turismo se encontram.

Luís Braga da Cruz, que partilhou algumas recordações familiares do Sameiro, explicou que o livro permite perceber porque o santuário nasceu neste local onde a dinâmica espiritual ditou a necessidade de ter um espaço para acolher os peregrinos.
A história da Confraria de Nossa Senhora do Sameiro, que gere este santuário mariano; o dogma da Imaculada Conceição; a data da chegada da imagem da Senhora; os diferentes momentos da construção e as manifestações artísticas cabem no livro escrito pelo cónego José Paulo Abreu.

O autor dá explicações sobre algumas figuras representadas no Sameiro e a sua ligação ao culto de Nossa Senhora, descreve Luís Braga da Cruz que fala de um livro “apelativo e de agradável leitura”, que associa a qualidade das fotografias à apresentação gráfico e ao conteúdo.
O antigo ministro da Economia destacou o projecto que junta os municípios de Braga e de Guimarães na preservação dos sacromontes e sublinhou que ele deve sre dinamizado, assumindo a preservação de toda esta área como “um desafio”.

O autor do livro explicou que ele responde aos muitos pedidos, no Posto de Turismo do Sameiro, de uma obra sobre o santuário e espera ser “um contributo para quem quer melhor conhecer o Sameiro”.
Lembrando que “o Sameiro tem muito para ver e para contemplar”, o cónego José Paulo Abreu apostou, também, num roteiro, em forma de desdobrável, que assinala os locais visitáveis.
O objectivo é ajudar a que o Sameiro seja mais conhecido e mais estimado”, aponta o autor.

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