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Desta vez deram um final diferente a um filme tantas vezes já visto

Desporto

2020-01-22 às 06h00

Ricardo Anselmo Ricardo Anselmo

O SC Braga está na final da Taça da Liga, depois de ter resolvido um problema que ameaçou repetir-se pela quinta vez, tendo os leões como protagonistas. Em cima dos 90 minutos, Paulinho usou a cabeça para decidir que, desta vez, um final seria outro.

Nos últimos dois anos de Taça da Liga em Braga (final-four) os leões haviam decidido os seus quatro jogos - que lhes permitiram conquistar duas vezes o troféu -, através das grandes penalidade. Ontem, no Municipal de Braga, todos acreditavam já nesse desfecho quando Paulinho decidiu que desta vez as coisas deveriam acabar de maneira diferente. Foi com base nesse pressuposto, então, que em cima do 90 minutos fez eclodir os festejos dos adeptos arsenalistas, que sonham agora com a reedição da conquista de 2012/13 e, enfim, voltar a conquistar um troféu nacional, depois da Taça de Portugal em 2016.

Embalados por esse triunfo épico no Estádio do Dragão, os guerreiros entraram de forma muito pressionante e rapidamente envolveram os verde-e-brancos numa teia da qual muito dificilmente se libertaram.
Com apenas oito minutos disputados, e numa toada verdadeiramente avassaladora, após uma (das muitas) recuperação em zonas adiantadas do terreno, a bola sobra para Ricardo Horta, junto ao vértice direito da área de Maximiano. O avançado, com o pé esquerdo, conseguiu plantar o golo bem no fundo das redes da baliza leonina.
Os minhotos dominavam o jogo a seu belo prazer e, se não o resolveram na primeira parte, só se podem queixar de culpa própria.

Foi já bem perto do intervalo, num momento de distracção geral dos arsenalistas que Mathieu, servido de forma rápida na execução de um livre directo, aproveitou a via aberta para bater Matheus.
No segundo tempo Silas lançou Bolasie mas o avançado congolês esteve em campo apenas 15 minutos, já que entrou de forma impiedosa sobre Sequeira e Nuno Almeida, com recurso ao VAR, expulsou-o.
Com meia-hora pela frente o SC Braga carregou, carregou, carregou... mas esbarrou sempre até ao tal momento de Paulinho, que conferiu total justiça.

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