Correio do Minho

Braga, sábado

- +
Dores de crescimento dos Guerreiros não têm fim
Guimarães: Mercado da segunda mão reabre com a totalidade dos lugares a partir do mês Novembro

Dores de crescimento dos Guerreiros não têm fim

Sector dos casamentos tem grande impacto na economia do concelho

Dores de crescimento dos Guerreiros não têm fim

Desporto

2021-09-27 às 06h00

Joana Russo Belo Joana Russo Belo

SC BRAGA não foi além de um empate, nos Açores, em casa do Santa Clara, a uma bola, em jogo da 7.ª jornada da I Liga. Paulo Oliveira colocou arsenalistas na frente, mas um soberbo livre de Lincoln, no último minuto dos descontos, deu a igualdade.

Um empate amargo. Entre dores de crescimento que parecem não ter um fim à vista. O SC Braga não foi além de um empate na deslocação ao terreno do Santa Clara, em jogo da 7.ª jornada da I Liga, a uma bola, numa partida em que demorou a furar a coesa organização dos açorianos, colocou-se em vantagem com um golo de Paulo Oliveira, aos 71 minutos, mas não conseguiu aguentar a pressão e viu dois pontos voarem num soberbo livre de Lincoln, no último minuto dos descontos.
O SC Braga entrou em campo nos Açores a tentar somar a segunda vitória seguida - algo que ainda não conseguiu esta época - frente a um Santa Clara abaixo das expectativas e viu os açorianos entrarem bem no jogo e a assumirem as despesas, com Luiz Phellype a dar um primeiro aviso, ao rematar centímetros ao lado, a rasar o poste, logo aos quatro minutos.
Os arsenalistas demoraram a reagir e foi preciso esperar 18 minutos para se ver um pontapé fortíssimo de André Horta a obrigar Marco a defender para canto, naquele que foi o melhor momento de um SC Braga desinspi- rado na primeira parte, bem pobre em termos ofensivos.
Aliás, a primeira parte foi bastante sonolenta, muito por culpa também de um relvado nada fácil para os jogadores, muito escorregadio, com muitas bolas perdidas e pouco futebol. O SC Braga foi crescendo, passou a mandar no jogo, encostou o Santa Clara, que passou a defender com onze, tomou conta da bola, mas pouco mais se viu. Os 61 por cento de posse ao intervalo mostravam isso mesmo.
Para o segundo tempo, Carvalhal lançou Moura - Galeno já nem voltou do balneário - e o jogo bracarense ficou bem mais interessante. Mario González, com uma perdida incrível, dispôs de uma soberba oportunidade, aos 48 minutos, numa insistência após canto, mas o espa- nhol não conseguiu acertar na baliza. Bem mais personalizado, o SC Braga ameaçava e o tiro de Ricardo Horta à barra deixava adivinhar o golo. Logo de seguida, na sequência de um remate de Iuri Medeiros, que obrigou Marco a uma enorme defesa para canto, Paulo Oliveira saltou mais alto e cabeceou em cheio para o fundo das redes.
A arriscar tudo, o Santa Clara ficou perto do golo, após canto na direita e muita confusão na área bracarense, mas o árbitro entendeu que havia posição irregular. Havia também uma dose de sofrimento para os guerreiros até ao final. Mohamed Bouldini e Lincoln foram setas apontadas à baliza de Matheus. E, já nos últimos segundos dos descontos, um livre perigoso na meia lua foi um verdadeiro balde de água fria: remate de Lincoln foi batido com perfeição e ditou o empate.

Deixa o teu comentário

Usamos cookies para melhorar a experiência de navegação no nosso website. Ao continuar está a aceitar a política de cookies.

Registe-se ou faça login

Com a sessão iniciada poderá fazer download do jornal e poderá escolher a frequência com que recebe a nossa newsletter.




A 1ª página é sua personalize-a

Escolha as categorias que farão parte da sua página inicial.

Continuará a ver as manchetes com maior destaque.

Bem-vindo ao Correio do Minho
Permita anúncios no nosso website

Parece que está a utilizar um bloqueador de anúncios.
Utilizamos a publicidade para ajudar a financiar o nosso website.

Permitir anúncios na Antena Minho